Comunicação?

Agregar valor com certeza é fundamental para um negócio, porém se o mesmo não é percebido pelos públicos de nada adianta.

Benchmarking consiste em absorver os pontos fortes de gestão e comunicação de uma empresa concorrente que se destaca no mercado e ‘adapta-los’ a realidade da sua Organização de preferência fazendo melhorias , ótimo porém, parem para pensar se todas as empresas começam a entrar nesse mesmo ciclo, o que acontecerá? Esse modelo virará algo comum, portanto você e todos os seus concorrentes seguirão a linha da ‘mesmice’.

As empresas precisam buscar um diferencial competitivo, algo que seja exclusivo e fuja do senso comum, para assim direcionarem o seu posicionamento (essencial para se manter em qualquer segmento) e fazer da comunicação estratégica (algo raríssimo de acontecer, pois a grande parte das Organizações ainda não entendem o que esse processo significa) um processo mutável suscetível a mudanças de planos e alterações ao longo do tempo, essas baseadas nos movimentos que os seus concorrentes estão fazendo. As Organizações devem entender que a imagem e posicionamento que será ocupado na mente do consumidor não é formado apenas pelas informações que são de alguma forma ‘lançadas’ para os públicos, a memória e experiências do consumidor são parte essencial da composição dos mesmos.

Portanto, a comunicação precisa ser vista como fluxo/troca e não como uma flecha de unica direção, na qual só a Instituição passa a informação e pronto.

A informação é matéria-prima para a comunicação… Estímulo e resposta, isso é comunicar.

Por: Daniela Viegas

Especialista em marca destaca a importância de laços emocionais entre empresas e consumidores

O que as marcas devem ter para serem autênticas? O que devem fazer para conseguir a tão almejada confiança do consumidor? Como trabalhar no mundo digital e nas redes sociais? Essas e outras questões fundamentais para o Marketing nos dias de hoje foram discutidas pelo Mundo do Marketing com Marc Gobé, fundador da Emotional Branding, autor do livro de mesmo nome e um dos maiores especialistas em marca do mundo.

Num mundo com cada vez mais opções de escolha, as pessoas comprarão não apenas os produtos que têm qualidade e entregam benefícios tangíveis, mas marca emocional que tem a ver com sua personalidade, aponta Marc Gobé que, em janeiro, ministrará uma palestra para um grupo de brasileiros durante a NFR 2011, a maior feira de varejo do mundo. 

Marcas como forma de expressão 
“As pessoas estão comprando produtos não apenas porque elas precisam, como para comer ou se vestir, mas porque desejam expressar quem são. Isso é feito por meio das marcas. Se você escolhe por determinado carro, você mostra que tipo de pessoa é. O mesmo acontece com as roupas. As pessoas vestem peças que dizem algo sobre sua personalidade. Isso passa uma mensagem de que elas devem comprar os mesmos produtos porque eles são um reflexo de si.

Se você comprar um tênis Adidas, está pagando por uma marca que faz com que você se sinta um atleta profissional. Os consumidores se conectam emocionalmente às companhias com as quais eles se identificam. A sociedade precisa de razões para comprar, hoje a sustentabilidade pode ser apontada como uma dessas causas”. 

A autenticidade das marcas
“A autenticidade de uma marca tem a ver com a sua história. Para algumas empresas isso tem a ver com a confiança que os consumidores podem ter nela. A empresa precisa oferecer qualidade e isso vai fazer com que as pessoas confiem nela. Se a companhia é uma indústria automobilística, ela tem que produzir o carro de maneira com que ele seja o melhor do mundo”. 

Para se aproximar dos consumidores 
“Antes de tudo as empresas têm que oferecer bons produtos, mas isso não é suficiente. As companhias têm que manter um diálogo com seus clientes. A mídia social é uma possibilidade para criar comunidades e saber o que os consumidores estão pensando.

Acredito que a urgência da nova geração e o poder das novas tecnologias fizeram com que a mídia tradicional perdesse espaço para a internet. Além disso, as pessoas passam mais tempo no computador e no celular do que vendo TV. E isso ainda vai acelerar. No futuro, as pessoas vão gastar ainda mais tempo com as novas mídias. Isso vai fazer diferença na divisão publicitária das empresas, mas elas ainda não vêem importância nisso.

Se você me perguntasse sobre o Marketing há dois anos, seria uma história completamente diferente. As marcas eram arrogantes e essas novas redes fizeram com que muitas empresas perdessem suas reputações. Hoje a reputação de uma marca pode ser destruída pela internet. No Twitter eu posso saber exatamente quem está falando sobre a minha empresa em qualquer lugar. Podemos saber o que realmente as pessoas pensam e, com isso, manter um contato direto com elas. No mundo de hoje, onde a transparência é importante, as pessoas querem ter um contato direto com as marcas, até mesmo os líderes que estão por trás destas marcas devem ser diferentes e as pessoas querem conhecê-los.

As empresas devem ter a capacidade de entender os novos padrões de compra das pessoas. As marcas devem criar iniciativas que causem um impacto na sociedade, como iniciativas de preservação da água, que fará com que as pessoas comentem sobre isso em comunidades on-line. Estamos falamos de autenticidade que faz as pessoas acreditarem na marca”. 

Modelo Apple
“Os sites das empresas oferecem uma nova experiência, o que faz com que a pessoa não apenas conheça, mas descubra o produto. O que é mais interessante é que a Apple Store construiu a melhor experiência de varejo. Ela foi a primeira a fazer isso sem vender produtos diretamente. Quando você visita a loja virtual, descobre os produtos em um ambiente empolgante. É possível tocar nos produtos e falar com pessoas que te darão assistência. É um projeto completamente focado na experiência do consumidor.

O que a Apple está fazendo é construir uma base usando várias novas plataformas que eles controlam para criar uma experiência tão boa quanto o produto. Existem alguns sites que são tão bons quanto o da Apple em termos de experiência e serviço. Steve Jobs responde às perguntas no Twitter e faz com que sua empresa entenda seus consumidores e crie uma boa imagem e reputação em várias plataformas. É por isso que as pessoas são tão ligadas à Apple. No final das contas, o que importa hoje não é o quanto sabem sobre você, mas o quanto a sua marca pode ser compartilhada. Porque se ninguém falar sobre a sua marca, você está mal, está morto. Mas se a sua marca é interessante, as pessoas vão comentar sobre ela.

Todas as vezes que os nomes interessantes no mercado lançam um novo produto ou abrem novas lojas, os consumidores comentam. Não é só porque essa marca é a melhor e as pessoas querem comprar mais, mas é pela emoção por trás dela, o que ela faz para que eu mude a maneira de ver a vida. A grande responsabilidade da companhia é criar engajamento e, com isso, as pessoas se sentem felizes ao comentar sobre a marca. 
O modelo da Apple é uma nova abordagem. A loja leva as pessoas para o site para comprar os produtos. Eles vão lá, experimentam e depois compram on-line. A estratégia é deixar à mostra os produtos que se tornam uma plataforma de relacionamento e de valor de marca”. 

Diferenciação e preço
“Os consumidores pagarão mais se isso for importante para elas. As pessoas pagam muito por produtos como o iPhone e o iPad, mas não vão comprar outro produto que não seja tão bom e interessantes quanto eles. É importante que as marcas entendam o desejo das pessoas e as façam pagar um valor a mais por isso. Elas devem estar de olho nas tendências. Se a moda é usar rosa, as marcas têm que explorar essa possibilidade antes, pois se não fizerem isso em um mês perdem a chance de vender seus produtos. Temos que responder às tendências rapidamente. Existe uma demanda de pessoas com dinheiro para comprar, mas se não houver o produto que elas desejam, as marcas perdem a oportunidade de vender. As pessoas têm coisas muito mais importantes para comprar, há uma competição grande em cada mercado, e muitas opções para gastar dinheiro”.  

Marcas brasileiras
“Conheço algumas marcas brasileiras que estão fazendo um bom trabalho, como a Havaianas, que tem uma loja ótima em São Paulo. Trata-se de um nome consistente com o qual os consumidores têm uma ligação emocional. Também amo a loja da Melissa. As pessoas encontram lá inovações e produtos com muita energia. 
O Brasil pode ainda criar marcas globais interessantes a partir disso. Há nomes no Brasil que podem se tornar globais. Veja a indústria de café brasileiro que é enorme. Mas olhe para o Octavio Café e para a sua loja. É a melhor experiência de varejo em São Paulo e é um café. O Octavio Café poderia ser uma Starbucks porque tem autenticidade”.

 

Fonte: Mundo do Marketing

8 lições do chefe de criação da Ogilvy sobre marketing

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“Buenos Aires - Lars Bastholm , Chefe de Criação da Ogilvy New York e da Operação Digital da agência para América Latina, palestrou na tarde desta quarta-feira (24) no El Ojo. A exemplo de seus companheiros de outros dias, mostrou cases de sucesso nos quais fica claro que o poder definitivamente está com o consumidor. Não se trata de algo efêmero.Entretanto, o que chamou atenção no painel de Bastholm foi a quantidade de citações conceituais sobre propaganda na era de junção do tradicional com o digital. Confira abaixo algumas das frases apresentadas por ele para sustentar os argumentos de que a nova era é ditada, de fato, por comunicação relevante, sincera e transformadora entre marcas e consumidores.

Marcas não serão julgadas pelo que dizem, mas pelo que fazem.

Nosso negócio não está em manter as companhias de mídia, mas sim em se conectar com o consumidor.

Não tente ditar como os consumidores devem viver. Adicione valor à forma como eles vivem.

1 em cada 7 minutos de consumo de mídia é via dispositivos móveis.

O negócio não é sobre digital x tradicional. É sobre como conectar esse consumidor moderno.

Não devemos pensar sobre ideias publicitárias, mas sim, ideias que têm apelo para divulgação.

A conversa acaba quando o consumidor dita. Não quando o plano de mídia se encerra.

Se não há diversão, saiba que não está fazendo do jeito certo.”

Fonte: Revista Exame

As boas idéias, a tribo assina em baixo.

“Redes sociais: para as marcas, não é mais uma questão de escolha”

São Paulo - Estar presente em redes sociais hoje não é mais uma questão de escolha. Toda marca está, positiva ou negativamente, sendo citada na internet pelos canais que estiverem mais próximos de seus consumidores. É por isso que ter uma boa estratégia de relacionamento com os usuários nesses ambientes pode fazer toda a diferença, seja para marcas grandes e conhecidas, seja para as emergentes.

Segundo um estudo da Forrester Research, a previsão é de que até 2014, os investimentos em marketing online encostem em US$ 55 bilhões, representando 21% do total de gastos em marketing. As campanhas envolvendo mídias sociais devem crescer a uma taxa anual de 34%, mais rápido do que qualquer outra forma de marketing online. Depois dessa previsão, é preciso fazer bonito. De nada adianta investir para expandir fronteiras em mídias sociais se não houver um bom programa de ações para atrair o público-alvo e gerar um bom sentimento.

Veja a seguir o que marcas mundiais como Coca-Cola, Starbucks, Dell, Dunkin’ Donuts, JetBlue e The History Channel estão fazendo para se comunicar com seus consumidores em espaços online e o impacto dessas ações para o nome e os negócios das empresas.

 

Fonte: http://exame.abril.com.br

 

O consumidor e o prosumidor.

 prosumers1.jpgQual a diferença entre eles?

Simples, o consumidor é aquele que simplesmente adquire produtos e serviços e os consome. O prosumidor faz um mesmo, porém com um plus: ele interage com a marca, expõe suas opiniões a respeito de seus produtos/ serviços, seja esse relacionamento através de redes sociais, sac ou até mesmo telefone.

E você, é um consumidor ou um prosumidor?

Adquire e consome conteúdos/produtos/serviços ou adquire e gera conteúdos?

Marketing de E-xperiência?

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E porque não? Basta  observar um pouco os hábitos de consumo para perceber que tudo está ganhando um “e” na frente (e-commerce, e-business…) além da explosão de compras coletivas pela qual estamos passando. E por isso e mais um pouco as marcas precisam estar na internet, onde o seu prosumidor está presente.Interagir e gerar experiências entre marca e consumidor, essa é a forma de se fazer Marketing que atualmente têm gerado os melhores resultados. O Marketing de E-xperiência não é mais um modismo, mas uma tendência.

Não é a toa que a Unilever já percebeu isso e criou um laboratório só para testar idéias que funcionem no ambiente virtual, confiram a matéria da MeM nesse link : http://tinyurl.com/27d5p6r

A Pepsi e seu Marketing de oportunidade.

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Quem nunca pediu uma coca e ouviu a frase “só têm Pepsi, pode ser?”, sempre bate aquela dúvida, mas no final muitos acabam cedendo.

Aproveitando a oportunidade que o macroambiente proporcionou, a Pepsi fez a sua nova campanha com o slogan “Pode ser bom. Pode ser muito bom. Pode ser Pepsi”. Essa também “pode ser” uma boa estratégia para a marca, porém pode acabar sendo enxergada de forma “nós somos uma boa segunda opção”… Mas sejamos sinceros a Pepsi faz muito menos sucesso no Brasil do que a Coca. Parece ser exagero, mas talvez esta seja uma nova estratégia de posicionamento, a marca pode estar “assumindo” que ocupa a segunda posição e se não tiver Coca-cola, uma Pepsi pode ser uma boa segunda opção.

Assim como a Avis, locadora de carros que ficou conhecida por reconhecer que era a segunda no ranking nas locadoras de carro e que se esforçava muito para manter essa posição. A Avis sempre ilustrava esse aspecto de forma bem humorada em suas campanhas como, por exemplo, “As nossas filas são menores”.

Acho que a Pepsi já têm propensão a ocupar esse posicionamento na mente do consumidor e talvez já o ocupe em alguns casos (no meu, por exemplo).

Bom, vamos aguardar os resultados, mas achei interessante a estratégia de “seguir a onda” do público. Agora é esperar pra ver.

VT da campanha: http://www.youtube.com/watch?v=RjEbIqHpWNc

“Apostando no Amor”, uma análise sobre o consumo.

E se apenas um consumidor fosse capaz de avaliar se um produto pode vir a ser bem aceito pelo mercado ou não? E se ele acertasse em cheio quais deles fariam sucesso? Parece impossível, mas é exatamente essa situação que acontece no filme “Apostando no amor”, no qual o personagem principal é submetido (sem saber) a fazer vários testes de mercado. É como se ele soubesse o que agrada a grande maioria da população e todo produto que ele “aprova” quando lançado, faz sucesso. Será que fora da ficção isso funcionaria? Acho muito difícil, afinal o comportamento do consumidor está ligado a uma série de fatores, são estes: culturais, psicológicos, sociais e pessoais. É aquela velha expressão “tudo depende de tudo” e boa parte das compras acontece por impulso, portanto a atmosfera de compra influencia e muito. Não é a toa que o “neuromarketing”, um estudo das reações do cérebro do consumidor a estímulos sensoriais existe. Sejam eles olfativos, táteis, visíveis, auditivos e/ou gustativos. Quanto mais envolvido sensorialmente o consumidor estiver, mais propício a compra ele estará. Portanto mexer com os sentidos seja com cheiros característicos da marca, uma degustação em PDV, uma vitrine bonita e atrativa… Enfim possibilitar experimentação, experiências trocadas entre o consumidor e a marca. Fazer parte da vida dele de alguma forma, estar presente em seu dia-dia. Buscar estar onde ele está e compartilhar “gostos”, como por exemplo, promover um show de uma banda que ele goste. Gerar um verdadeiro relacionamento de compartilhamento e de amizade com o consumidor. “Conversar” com o cliente, criar laços com ele,esse deve ser o grande objetivo das marcas.  Por: Daniela Viegas 

Os 4 P’s do consumo feminino (uma análise do artigo de Stella Kochen)

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No artigo a autora Stella Kochen faz uma abordagem inicialmente a respeito da visão do consumo feminino observada pelos homens que nomeiam essa prática de fazer compras de “comproterapia” e questiona se de fato essa compra em excesso é uma realidade ou apenas uma visão marxista a respeito.

Para falar dos hábitos de consumo feminino e buscar desvincular a imagem de consumista das mulheres a autora compara o processo de compra a um jogo de sedução que ocorre toda vez que uma mulher adquiri algum produto ou serviço. Para ilustrar essa compra ela aborda os 4 Ps femininos : paquera, pesquisa, pechincha e prazer. Destrinchando-se os Ps pode se perceber que esse processo não acontece necessariamente em toda e qualquer compra feita por uma mulher e também não é uma exclusividade do universo feminino, muitos homens também passam por essas mesmas fases durante a aquisição de algum bem. A paquera acontece sempre, principalmente no processo de experimentação de um produto ou serviço, o consumidor faz uma espécie de “raio x” e observa precisamente a aparência e todos os detalhes de sua possível futura aquisição. A pesquisa é algo que faz parte da grande maioria dos processos de compra, porém pode aparecer antes, durante ou depois ou as vezes pode nem chegar a estar presente no processo, como por exemplo: a aquisição de um vestido, se a mulher experimenta e gosta do vestido e sente que ele foi “feito para ela” bem provavelmente a variável pesquisa não estará muito presente neste processo de compra, a não ser que após comprá-lo ela passe em outras lojas para checar se fez um bom negócio, aliás esse hábito  é algo tradicional em nossa cultura. A pechincha também não se mostra presente em todo o processo de compra, afinal não são todos os produtos, serviços e estabelecimentos de consumo que abrem a possibilidade de um reajuste no preço oferecido e atualmente o cartão de crédito passou a substituir em parte a pechincha, pois as parcelas facilitam a compra e fazem o consumidor sentir um impacto financeiro menor, o que meche principalmente com o lado “psicológico da coisa”. O prazer está presente na grande maioria dos processos de compra, mesmo que esta seja uma sensação imediata e pouco duradoura, apenas pela sensação de “possuir, ser dono de” ou até mesmo pelo consumo do produto ou serviço que se adquiriu e o prazer que este pode proporcionar, seja através de gostos, cheiros, elogios, olhares e outras coisas que podem chegar até o cliente por intermédio de algum bem adquirido. Além dos 4Ps a autora observa que o pré-atendimento faz-se essencial para um bom processo de compra, o que de fato é um grande impulso para influenciar a compra, muitas pessoas as vezes nem tem um interesse tão grande em adquirir um produto ou serviço, porém se sentem tão bem com o atendimento que acabam adquirindo-o, o atendimento está completamente vinculado as experiências que um consumidor tem com uma marca, portanto deve ser o melhor possível, pois um assim como um bom atendimento pode fidelizar e de alguma forma ajudar aumentar o  portfólio de clientes um atendimento ruim pode traumatizar um cliente e fazer com este influencie os clientes potenciais a não ser tornarem clientes da empresa. Enfim, o processo de compra, não só o feminino, é sempre um jogo de sedução que deve envolver o consumidor e fazê-lo ao fim satisfeito pelo o que aconteceu, mesmo que a compra em si não aconteça.

Artigo: http://www.varejista.com.br/artigos/marketing/402/o-segredo-dos-quatro-ps-do-consumo-feminino

Como construir uma marca forte?

Branding, valor de marca, a fórmula do sucesso de qualquer negócio. Atribuir valores a umamarca e fazer com estes sejam percebidos pelo consumidor é um grande desafio, que quando executado de maneira eficaz, efetiva e eficiente traz resultados imensuráveis a uma empresa. Mas, agrande questão é: como construir uma marca forte?Antes de qualquer coisa, a marca precisa ocupar um posicionamento na mente do consumidor enunca deve-se tentar se posicionar da mesma forma do seu concorrente, pois será muito mais difícil,praticamente impossível, alcançar sucesso dessa forma. Pense em um refrigerante, com certezavocê pensou em “Coca-cola”, agora pense em uma bebida levemente gaseificada, provavelmente você pensouem “Aquarius Fresh” uma bebida que faz parte da extensão de linha da Coca-cola Company, masocupa um posicionamento distinto do refrigerante de cola na mente do consumidor. E é desta formaque as marcas devem buscar se posicionar: em lugares ainda não ocupados na mente do cliente.Além de posicionamento outro ponto de extrema importância para a construção de uma marcaforte é fazer parte da vida do consumidor, literalmente, experiência de marca. Um bom exemplode marketing de experiência é o evento “Skol Sensations”, é o terceiro maior evento de músicaeletrônica da América Latina e leva o nome de uma marca, milhares de pessoas “respiram ouniverso” da Skol durante os dias de festa, em momentos de diversão e mais de 90% do públicopresente no evento acredita que a festa “tem tudo a ver” com a marca. Agora me diga, a Skolrepresenta uma bebida ou um conceito, um estilo de vida, sensações e etc? A segunda opção, comcerteza, e é por isso que ela hoje é uma das marcas mais valiosas do seu segmento. Os eventos sãoótimas formas de se trabalhar uma marca com o marketing de experiência, mas não são a única,existem muitas outras estratégicas mercadológicas que compõem a construção e consolidação deuma marca de peso.A marca precisa ganhar a confiança do cliente, fazer parte da vida dele, representar algomuito além de um produto que vem dentro de uma embalagem bem feita, a marca deve traduzirestilo de vida, escolha, valores e crenças e deve ir muito além do preço pago pelo produtoque será consumido. E para alcançar isso o segredo é pesquisar muito, entender o seu público-alvo, “conversar” com ele e virar parte de sua vida.