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GP Band de Kart - Tuppi definiu seus pilotos!

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Vai rolar nessa sexta-feira, às 19:30h, o 1º GP BAND de Kart entre Agências de Propaganda, Fornecedores e Veículos. Uma realização da Band Bahia.

 

A Tuppi já definiu sua equipe! Os pilotos são:

1. Lucas de Ouro  - Não corre nada

2. Filipe Bezerra - Corre menos ainda

3. Pedro Cajueiro - Correr?

4. Rafael Fischmann - Esse corre!

5. Francisco Lang - Voa baixo!

 

Apostamos nossas fichas nos pilotos convidados da tribo, já que Luciano Midlej, nosso piloto oficial, não participará dessa etapa e mais ninguém sabe pilotar aqui.

Depois, atualizaremos o post com fotos do evento!

 

— Update 29/08 —

Das 14 agências participantes, a Tuppi conseguiu ir para o pódium!

 A EngenhoNovo ficou em 1o Lugar, a FCR em 2o e nós ficamos em 3o Lugar!  :)

Terceiro, mas com gostinho de Primeiro, já que boa parte da nossa equipe nunca tinha corrido de kart antes! hahahaha

O GP foi muito divertido! Parabéns aos pilotos e à Band Bahia!

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Superbrands Brasil 2010.

São Paulo - Em sua sexta edição no País, a Superbrands Brasil é resultado de estudo elaborado pela Superbrands. Segundo o levantamento, as dez marcas de melhor desempenho no país, ordenadamente, são: Nestlé, McDonald´s, Rede Globo, Coca-Cola, Nike, Bradesco, Fiat, Mercedes Benz, Banco do Brasil e Itaú. Além de destacar as dez marcas de melhor desempenho no ano, a publicação Superbrands Brasil 2010 traz, também, o “500 Index Superbrands”, lista que aponta as 500 marcas mais fortes no País, além de cases de sucesso de 50 marcas.

Colocação Top marcas pelo Índice de Forças da Marca Segmento economia Índice de força da marca 2010
1 Nestlé House of Brands/Alimentos 88,5
2 McDonald’s Fast food 84,7
3 Rede Globo Televisão 81,3
4 Coca Cola Bebidas 80,8
5 Nike Calçados 79,8
6 Bradesco Bancos 79
7 Fiat Automóveis 78,9
8 Mercedes Benz Automóveis 78,8
9 Banco do Brasil Serviços Financeiros 77,1
10 Itaú Bancos 76,9

De acordo com CEO da Superbrands Brasil, Gilson Nunes  - e também sócio da Brand Finance na América Latina, empresa focada em gestão estratégica e econômica de marcas - este ano foi marcado por forte valorização das marcas Wall Mart, Petrobras, Oi, Red Bull, Bradesco, Apple, Vale, Bosch, Phillips, Fiat, Odebrecht e Vivo. “Estas marcas foram beneficiadas em parte pelo bom desempenho da economia brasileira com um crescimento de mais de 7%, mas também se destacaram pelos padrões de governança e gestão estratégica e econômica de suas marcas, com bom desempenho em termos de posicionamento, qualidade, lealdade, satisfação, imagem, desempenho em suas ações de canal, distribuição, entrega, relacionamento com clientes, valor agregado, pós venda, assistência técnica, produtos/ serviços”, explica Nunes.

Marcas com maior aumento no índice de força da marca Evolução 2009/2010
Wall-Mart 24%
PETROBRAS 18%
OI 15%
Red Bull 15%
Apple 14%
Vale 14%
Bosch 12%
Philips 12%
Odebrecht 12%
Toddy 12%
Bradesco 12%
EMBRAER 12%
GAFISA 12%
Marisa 11%
Vivo 10%
Sorriso 9%
Bayer 9%
CEMIG 9%
Fiat 8%
Itaú 8%
Nescau 8%

Menor desempenho

De outro lado, segundo o CEO da Superbrands, algumas marcas não obtiveram o mesmo resultado, devido a um menor desempenho nestes campos ou por conta de mudanças estratégicas em sua gestão e seus impactos, como foi para: Unibanco, Telefônica, Visa, Daslu, Carrefour, HP, Kimberly Clark, IBM, Toyota, Dell, Brastemp, Submarino e Sony.

Marcas com queda no índice de força da marca Evolução 2009/2010
UNIBANCO -25%
TELEFÔNICA -23%
VISA -21%
Daslu -19%
Carrefour -15%
HP -12%
GRADIENTE -12%
Kraft Foods -12%
Kimberly-Clark -12%
IBM -11%
Toyota -10%
Dell -10%
Brastemp -8%
SUBMARINO -8%
Sony -7%
Fonte: Superbrands 2010 9%

Para chegar ao Índice de Força da Marca são analisados 35 atributos, com pesos diferenciados para cada um. A média ponderada resulta de grupos de macro indicadores como preço/valor agregado, produto/serviço, canal de venda/distribuição, pós venda, qualidade e efetividade do marketing, comunicação e sustentabilidade.

“O fato de uma marca ter lembrança fabulosa na mente do consumidor não faz, necessariamente, com que ele adquira o produto dessa empresa. Daí a importância em não fixar a pesquisa apenas no recall/top of mind da marca, mas em uma percepção muito mais ampla por parte do consumidor, tal como aquela que advém de sua experiência com a marca (comunicação e marketing), com o produto ou serviço, com o canal de distribuição/venda, com as ações e comportamento empresarial (cultura), formação de preço, entre outros itens”, afirma Nunes.

De uma amostra de 1,2 mil grandes marcas presentes no Brasil, nacionais e estrangeiras, foram selecionadas 500 para a pesquisa. Essa seleção ficou a cargo de um conselho independente da Superbrands (com peso de 10% na avaliação geral) e por 16.245 consumidores e executivos chave das empresas, entre 18 e 65 anos (peso 90%). O conselho é formado por Dalton Pastore (presidente da Abap), Ângelo Franzão (presidente do Grupo de Mídia de São Paulo), Petrônio Corrêa (presidente do CENP), André Porto Alegre (presidente da APP) e Alan Liberman (presidente da Ipsos – ASI Latin América).

Fonte: Revista Exame.

Comunicação?

Agregar valor com certeza é fundamental para um negócio, porém se o mesmo não é percebido pelos públicos de nada adianta.

Benchmarking consiste em absorver os pontos fortes de gestão e comunicação de uma empresa concorrente que se destaca no mercado e ‘adapta-los’ a realidade da sua Organização de preferência fazendo melhorias , ótimo porém, parem para pensar se todas as empresas começam a entrar nesse mesmo ciclo, o que acontecerá? Esse modelo virará algo comum, portanto você e todos os seus concorrentes seguirão a linha da ‘mesmice’.

As empresas precisam buscar um diferencial competitivo, algo que seja exclusivo e fuja do senso comum, para assim direcionarem o seu posicionamento (essencial para se manter em qualquer segmento) e fazer da comunicação estratégica (algo raríssimo de acontecer, pois a grande parte das Organizações ainda não entendem o que esse processo significa) um processo mutável suscetível a mudanças de planos e alterações ao longo do tempo, essas baseadas nos movimentos que os seus concorrentes estão fazendo. As Organizações devem entender que a imagem e posicionamento que será ocupado na mente do consumidor não é formado apenas pelas informações que são de alguma forma ‘lançadas’ para os públicos, a memória e experiências do consumidor são parte essencial da composição dos mesmos.

Portanto, a comunicação precisa ser vista como fluxo/troca e não como uma flecha de unica direção, na qual só a Instituição passa a informação e pronto.

A informação é matéria-prima para a comunicação… Estímulo e resposta, isso é comunicar.

Por: Daniela Viegas

Os 4 P’s do consumo feminino (uma análise do artigo de Stella Kochen)

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No artigo a autora Stella Kochen faz uma abordagem inicialmente a respeito da visão do consumo feminino observada pelos homens que nomeiam essa prática de fazer compras de “comproterapia” e questiona se de fato essa compra em excesso é uma realidade ou apenas uma visão marxista a respeito.

Para falar dos hábitos de consumo feminino e buscar desvincular a imagem de consumista das mulheres a autora compara o processo de compra a um jogo de sedução que ocorre toda vez que uma mulher adquiri algum produto ou serviço. Para ilustrar essa compra ela aborda os 4 Ps femininos : paquera, pesquisa, pechincha e prazer. Destrinchando-se os Ps pode se perceber que esse processo não acontece necessariamente em toda e qualquer compra feita por uma mulher e também não é uma exclusividade do universo feminino, muitos homens também passam por essas mesmas fases durante a aquisição de algum bem. A paquera acontece sempre, principalmente no processo de experimentação de um produto ou serviço, o consumidor faz uma espécie de “raio x” e observa precisamente a aparência e todos os detalhes de sua possível futura aquisição. A pesquisa é algo que faz parte da grande maioria dos processos de compra, porém pode aparecer antes, durante ou depois ou as vezes pode nem chegar a estar presente no processo, como por exemplo: a aquisição de um vestido, se a mulher experimenta e gosta do vestido e sente que ele foi “feito para ela” bem provavelmente a variável pesquisa não estará muito presente neste processo de compra, a não ser que após comprá-lo ela passe em outras lojas para checar se fez um bom negócio, aliás esse hábito  é algo tradicional em nossa cultura. A pechincha também não se mostra presente em todo o processo de compra, afinal não são todos os produtos, serviços e estabelecimentos de consumo que abrem a possibilidade de um reajuste no preço oferecido e atualmente o cartão de crédito passou a substituir em parte a pechincha, pois as parcelas facilitam a compra e fazem o consumidor sentir um impacto financeiro menor, o que meche principalmente com o lado “psicológico da coisa”. O prazer está presente na grande maioria dos processos de compra, mesmo que esta seja uma sensação imediata e pouco duradoura, apenas pela sensação de “possuir, ser dono de” ou até mesmo pelo consumo do produto ou serviço que se adquiriu e o prazer que este pode proporcionar, seja através de gostos, cheiros, elogios, olhares e outras coisas que podem chegar até o cliente por intermédio de algum bem adquirido. Além dos 4Ps a autora observa que o pré-atendimento faz-se essencial para um bom processo de compra, o que de fato é um grande impulso para influenciar a compra, muitas pessoas as vezes nem tem um interesse tão grande em adquirir um produto ou serviço, porém se sentem tão bem com o atendimento que acabam adquirindo-o, o atendimento está completamente vinculado as experiências que um consumidor tem com uma marca, portanto deve ser o melhor possível, pois um assim como um bom atendimento pode fidelizar e de alguma forma ajudar aumentar o  portfólio de clientes um atendimento ruim pode traumatizar um cliente e fazer com este influencie os clientes potenciais a não ser tornarem clientes da empresa. Enfim, o processo de compra, não só o feminino, é sempre um jogo de sedução que deve envolver o consumidor e fazê-lo ao fim satisfeito pelo o que aconteceu, mesmo que a compra em si não aconteça.

Artigo: http://www.varejista.com.br/artigos/marketing/402/o-segredo-dos-quatro-ps-do-consumo-feminino

Propaganda faz diferença

Veiculada no início do ano, vale a pena postar essa campanha assinada pela Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap) e pela Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) para quem ainda não viu.

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Ficha Técnica:

Anunciante: Aba/Abap
Título: “Propaganda faz diferença”
Diretor de criação: Marcello Serpa
Criação: Marcello Serpa, Renato Simões e Bruno Prosperi
Produtora: Cine
Direção: Sergio Cicinelli
RTVC: Vera Jacinto
Trilha/Locutor: Tesis
Montador/Editor: Chiquinho e João Branco
Finalizadora: Digital 21
Atendimento: Vanessa Previero e Ana Beatriz Moreira Porto
Aprovação: Luiz Lara, Rafael Sampaio, Ricardo Bastos, Luiz Carlos Dutra e Dalton Pastore

CENP começa novo ciclo

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Lí no Portal da Propaganda que no dia 1º de dezembro foi assinado um acordo sobre BV (Bonificação de Veiculação), rebatizado de Plano de Incentivo, um potencial divisor de águas na história dessa entidade e do mercado publicitário.

“…E não apenas porque finalmente começará a ser colocada sobre a mesa uma prática histórica e sempre pouco clara entre agências e veículos, com graus diversos de participação de anunciantes (que oscilam entre o “não saber que isso acontece” e a aceitação do fato, até o envolvimento pouco ético de alguns clientes nesse dinheiro extra gerado pelas verbas publicitárias das empresas).”

Achei um ótima notícia para nós, já que constantemente passamos por situações muito desconfortáveis (para não chamarmos de “bizarras”), envolvendo veículos, clientes e espertinhos que conseguem burlar o sistema utilizando uma série de jogos de influência no nosso mercado.

Eu sou contra os birôs de mídia.

O surgimento deles só foi bom para mostrar que a agência tem que ser reconhecida (e remunerada) pelo potencial criativo e estratégico de solucionar os problemas dos clientes mesmo, porém lá no exterior os birôs proliferaram como pragas.

E hoje, muita gente já está revendo o grande problema de ter a mídia fora da agência de propaganda. Acabaram ficando reféns de instituições que só se interessam no comissionamento dos planos de veiculação.

“Acordo Serviços de Mídia Brasil

O presente acordo vincula as entidades signatárias das Normas-Padrão do CENP e visa ao aprimoramento técnico do instrumental de serviços de mídia disponível no país, atendidas as peculiaridades de anunciantes, agências de publicidade e veículos de comunicação, em cada mercado, além das condições indispensáveis à concorrência entre as empresas.

Propósito principal

- Anunciantes desejam a melhoria da qualidade dos serviços de mídia no Brasil e que importantes conquistas técnicas, obtidas globalmente, sejam incorporadas ao menu básico das agências que os atendem no País.

- Veículos de comunicação defendem e sustentam o modelo brasileiro de agência full-service e reconhecem a importância da qualificação do processo de mídia como uma condição essencial para a melhoria continua e sustentável do negócio de comunicação comercial no Brasil.”

Continue lendo aqui.

Marketing Político - Entrevista com o vencedor das eleições

Marketing político é uma tema que nasce polêmico por si só, e que desperta curiosidade e interesse para muitas pessoas. Contudo ainda há pouco obra escrita para um mercado de tamanho tão grande. Há excelente livros sobre política, sobre pesquisas, sobre comportamento humano, sobre criação de propaganda; contundo a mistura de todos os temas em livros sobre essa matéria que define eleições e rumos de cidades, estados e paises poderia ser mais rica dada a importância.

Resta a nós uma boa opção para conhecer mais sobre o assunto: entrevistas com aqueles que fazem na prática o Marketing Político.

No “Bahia Notícias” saiu recentemente uma bela entrevista com Mauricio Carvalho (ex-Propeg), o coordenador da vitoriosa campanha de João Henrique:

http://www.bahianoticias.com.br/noticias/entrevistas/2008/11/01/66,mauricio-carvalho.html#

As agências e o valor percebido

Artigo do Rafael Sampaio - Revista ABOUT

A questão da remuneração das agências de propaganda tem um aspecto objetivo e outro subjetivo que se integram, exatamente como acontece com qualquer produto ou serviço que esteja no mercado. O valor sempre é uma combinação de diversos aspectos racionais e emocionais. Racionais como as métricas do que se compra e vende; a capacidade de entrega de uma solução ao consumidor/usuário – seja para resolver um problema ou aproveitar uma oportunidade; e a qualidade efetiva da relação comercial. Emocionais como a carga simbólica inerente ao bem transacionado e aquela resultante da combinação dos valores construídos pelo processo de branding; a sensação de acerto e nível de orgulho do próprio ato de uso e consumo; e a percepção do valor da mercadoria ou serviço pelo entorno imediato e ampliado do consumidor.
Devido à minha singular posição de poder trafegar com desenvoltura entre anunciantes e agências, posso afirmar que existe um grande desencontro entre o valor percebido pelo anunciante e a proposição de valor da agência.

Há momentos nos quais o valor racional é subjugado pelo valor emocional, seja por falta de visão adequada do cliente, seja por falha na capacidade de posicionamento da agência (coletiva, da própria categoria de negócios, e particular). Em outros, é a emoção que minimiza a razão, seja pela falta de parâmetros comuns para definir a qualidade do que se negocia, seja pela ausência de argumentos objetivos sobre o que se oferta.

As culpas são mútuas, todos sabemos, mas cabe às agências recordar que o ônus da criação do valor cabe a quem produz o bem ou presta ou serviço. São inúmeras as formas de se criar essa percepção de valor, muitas delas do absoluto domínio da agência, uma vez que fazem parte do espectro de serviços que ela oferece a seus clientes.
No dia-a-dia do publicitário, não é raro que ele se depare com a dificuldade do anunciante entender o extraordinário potencial de criação de valor que seu trabalho pode proporcionar às marcas que atende. Mas é igualmente comum que se observe a clássica situação da casa-de-ferreiro-espeto-de-pau, na qual as agências pouco usam de seu próprio remédio para incrementar o valor do que fazem aos olhos dos clientes.

Há que se mudar essa situação – e penso que cabe às agências a iniciativa do primeiro passo.

“O primeiro a gente nunca esquece”

w_livro11.jpgFoi lançado o novo livro de Washington Olivetto na noite da última segunda-feira, 8 de setembro, no restaurante do Museu de Arte Moderna (MAM), em São Paulo.

O livro reúne textos de personalidades que em algum momento usaram o famoso jargão para falar sobre assuntos diversos. A frase, todos nós sabemos, refere-se ao comercial, criado pela W/GGK para a Valisère, em abril de 1987.

Com quase 400 páginas, a publicação tem posfácio escrito por José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, ex-vice-presidente da Rede Globo.


Via: Portal da Propaganda

“Talento não pode ser tratado como commodity”

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Em busca de mudanças na relação entre clientes e prestadores de serviço

“Talento não pode ser tratado como commodity”. Com essa frase, Zezinho Mutarelli, sócio da Sax So Funny e diretor da Associação Brasileira das Produtoras de Fonogramas Publicitários, deu início aos trabalhos da comissão “Prestadores de serviços e sua relação com agências e clientes”, na qual o primeiro conferencista foi Washington Olivetto (na foto), chairsman da W/Brasil. Mutarelli, que ressaltou a importância dos prestadores de serviço na realização dos trabalhos publicitários, mostrou-se descontente com a atual relação entre clientes e empresas do setor. “Falta respeito aos ideais dos criadores e aos direitos autorais”, afirmou, acrescentando: “Precisamos lidar com exigências cada vez mais absurdas dos clientes, como pouca verba e pouco tempo. Isso fatalmente gera um trabalho sem qualidade”.

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Fazendo um retrospecto da propaganda nos anos 60 e 70, Olivetto usou o palco para colocar outro assunto em pauta: a necessidade de se resgatar a auto-estima da publicidade brasileira. “O mercado precisa se unir, trabalhar junto. Se isso não acontecer, continuaremos criando novos talentos sem seriedade e perdendo velhos talentos por desleixo”, proclamou.

Segundo Mutarelli, a produção é tratada com desdenho pelos anunciantes. “Apenas 2% do orçamento é voltado para a produção. Isso sem contar o nível de qualidade exigido em um curtíssimo espaço de tempo”, lembrou.

O assessor jurídico da Abap, Abrafoto, Aprosom, APP, Sindapro-SP e sócio da Paulo Gomes de Oliveira Filho Advogados Associados, Paulo Gomes de Oliveira Filho, que representa várias das partes envolvidas na discussão, deu um parecer sobre a atual norma voltada aos direitos autorais. “Os direitos autorais são de todos os participantes, desde as agências até as produtoras de som e de filme, fotógrafos, atores e modelos. Estamos aqui, reunidos, para garantir a aplicação efetiva desses direitos”, enfatizou.

Por fim, Mutarelli apresentou a tese aos congressistas presentes. Cláusulas como a garantia de boas condições de trabalho aos prestadores de serviço, tais como não atraso no pagamento, foram votadas e aprovadas pelos presentes. Mudanças na forma de lidar com as obras internacionais veiculadas no Brasil também foram sugeridas. De acordo com a recomendação, será exigida a produção de uma nova trilha sonora, brasileira, e o fomento de pelo menos uma diária de filmagem feita por uma produtora brasileira cadastrada na Ancine.

Segundo Muratti: “Há luz no fim do túnel”.

(Matéria da Heloísa de Oliveira. Via Portal da Propaganda)

 Será?

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