A Tuppi, representada por Lucas Souto, esteve presente no seminário abordando as novas normas no Direito Eleitoral para o próximo pleito. O evento organizado em parceria da UPB(União dos Prefeitos da Bahia) e AMURC (Associação do Municípios do Sul, Extremo Sul e Sudoeste da Bahia) foi um sucesso de público e conteúdo.
Na platéia haviam 18 prefeitos presentes, quase 50 municípios representados, entre outras autoridades e candidatos a prefeito e vereador de municípios próximos a região cacaueira.
Na excursão a Tuppi também teve contato com importantes personalidades da região. Dentre essas pessoas podemos destacar Carlos Goes( Diretor de Projetos da Amurc), Carlos Leah ( Presidente da CDL Itabuna), Paulo Ganem (Ex-presidente da CDL Ilhéus), e Raimundo do Basílio (pré-candidato a vereador pela cidade de Ilhéus).
A Tuppi agradece também a um apoio especial de Antonio Souto da UPB por todo o suporte e atenção prestada durante a excursão.
A tribo se reuniu para mais uma etapa do nosso campeonato de boliche!
Dessa vez, muito mais disputadas, as partidas foram dividias em duas pistas e contamos com a grande presença do amigo Antônio Martins, que entre outras coisas é colunista e crítico de cinema e literatura.
Resultado: três rodadas, cada uma com um vencedor.
Ainda faltam algumas etapas para a definição do campeonato, enquanto isso, nós vamos dando muitas risadas e melhorando a nossa pontuação geral no ranking.
Numa viagem marcada de última hora, resolvi ir a um dos shows mais badalados do ano. Com apresentações no Rio e São Paulo, a turnê sulamericana de Ozzy Osbourne passou pelo Brasil entre os dia 03 e 05 desse mês.
São Paulo já está virando minha segunda casa. Estive lá exatamente há um mês atrás para assistir a outros dois grandes shows de rock - a banda inglesa Iron Maiden (esse show foi sem comentários! Incrível!) e, dois dias depois, Bob Dylan. É uma ótima cidade para passar uns dias, não para morar.
Voltando ao show de Ozzy, viajei sem ter comprado ingresso. Não foi arriscado - apesar de parecer -, pois ainda se podia encontrar ingressos a venda pela internet. Bem, corria o risco de venderem o que sobrou até o dia do show, mas é aí que entra o espírito de aventura! Chegando lá, se não achasse na bilheteria teria que recorrer aos amigos cambistas.
Fui para o estádio do Palmeiras - local do show - as 18:30h para conseguir comprar o ingresso e ainda procurar um lugar legal na pista. Acabou que desci do taxi de um lado do estádio e a bilheteria ficava do outro. Só nessa caminhada perdi um bom tempo. No caminho podia ver as diversas figuras engraçadas (e estranhas) que um show de rock consegue reunir. Algumas parecem saídas de capas de discos ou até integrantes das próprias bandas. Não pense que só tinha caras feios e cabeludos vestidos de preto, pois a diferença de Sampa para Salvador é que lá muitas mulheres lindas vão a esse tipo de show.
Na fila da bilheteria fiquei na dúvida se comprava pista especial (área vip) ou a pista comum. Acabei optando pela pista comum - que custava R$180, 120 reais a menos que a vip. Na hora de pagar, a moça da bilheteria perguntou se eu não queria meia-entrada vip. Eu iria recusar?! Claro que não! No fim das contas paguei apenas R$150,00 e ainda fiquei perto do palco. Era um sinal de que o show ia ser 10!
Entrei na fila vip e quase chegando na entrada ouvi a primeira música tocando: era a Black Label começando o show 5 minutos antes do marcado (fdp!). Adiantei o passo e, logo que passei pela catraca, comecei a filmar - num ato de preocupação (e para causar inveja, claro! rs) com meu amigos que não puderam me acompanhar nessa viagem - em especial Gabriel, que sempre me acompanha nessas aventuras rock ‘n’ roll, e Lucas de Ouro, um verdadeiro rock star fã (mas que nunca vai aos shows que acontecem!).
O show do Black Label foi incrível. Assistir e ouvir Zakk Wylde ao vivo é sensacional. O cara toca muita guitarra! Um fato especial foi que durante o show, ele acabou se cortando - nao sei ao certo como, mas ele tem o péssimo costume de amassar latinhas de cerveja com a mão - e a sangrar bastante. As guitarras ficavam escorrendo sangue. Nem por isso ele diminui o ritmo, pelo contrário!
O show da Korn foi uma total novidade. Nunca tinha escutado a banda e não esperava muito para ser sincero. Mas acabei me surpreendendo e curti bastante a apresentação dos caras.
Enfim, o tão esperado momento chegou. Na abertura do show de Ozzy um vídeo com paródias de séries sempre tendo ele como protagonista da cena. Ao entrar no palco, Ozzy levou a galera a loucura. Foi um empurra-empurra que fiquei com medo de perder meu celular - eu estava usando-o para filmar o show. Sobre a apresentação dele, só quem foi para saber o quanto valeu a pena estar ali.
Gravei outros diversos vídeos para deixar tudo registrado. Postarei depois aqui mais alguns deles. Bem, a próxima aventura já está marcada. Será dia 2 de novembro - novamente em São Paulo - para o GP Brasil de F1. Quem sabe não vejo ao vivo Felipe Massa sendo campeão mundial?! Quem quiser me acompanhar está convidado!
Na última sexta-feira fui ao Teatro Castro Alves em companhia do meu xará Lucas Souto, para a palestra de abertura do Fronteiras Braskem do Pensamento, que traz à Bahia um ciclo de conferências com alguns dos mais importantes artistas e pensadores contemporâneos.
Na ocasião, o filósofo francês Bernard-Henri Lévy (ou BHL, como é mais conhecido) falou sobre passagens marcantes em sua vida de filósofo e discorreu sobre momentos históricos da sua trajetória de pensador (ah! Entre outras coisas, BHL é multimilionário, dono de uma das 10 maiores fortunas da França, já teve inúmeras obras publicadas, foi correspondente de guerra e faz parte do governo Sarkozy).
Segundo ele, seus colegas, pensadores e europeus do século XXI, foram inevitavelmente influenciados por fatos de relevância história que até então eu desconhecia: o terror da presença nazista na Europa, quando, segundo ele, o conceito de ‘mal’ foi substituído pelo de ‘doença’ - procura-se uma cura através do ‘extermínio’ de um vírus; e a revolução do Cambodja, onde houve uma real mudança de valores populares, influenciando inclusive a base social que é a formação da linguagem.
Resumindo: a palestra foi bastante interessante, mesmo com os conhecidos lapsos de tempo e falsos cognatos, normais em uma tradução simultânea. Vale a pena conferir as próximas atrações no site do evento!
Ontem teve início o maior encontro aberto da intelectualidade baiana: Fronteiras Braskem do Pensamento.
Filósofos, ensaístas, cineastas, escritores, artistas, políticos e grandes pensadores da humanidade marcarão este grande evento promovido pelo Braskem visa disponibilizar ao público baiano acesso a estas personalidades.
Na noite passada acompanhamos o francês Bernard Henri Levy, conhecido como BHL, ou o sósia de “Diogo Mainardi”.
O seu discurso foi interessante na defesa do anti-totalitarismo em qualquer regime, seja no de extrema esquerda ou extrema direita. Pois todas as ditaduras sejam: castristas, leninistas, franquistas, e outras tantas acabam gerando enormes genocídios.
Como base de seu discurso ele fala de 4 marcos na historia que deveriam ser observados por qualquer pensador contemporâneo a ele(nascido nos fins da decada de 40), são eles: Auschwitz (campo de concentração que aniquilava os judeus em massa), as revoluções estudantis da decada de 60, a revolução cambojiana e a o pensamento por parte dos estadistas que transformavam o conceito de mal em doença, e como tal deveria ser tratada e aniquilada.
Ao fim BHL ainda teve tempo para responder a várias perguntas como: “Estaríamos vivendo uma época em que os valores de intolerância, e subserviência ao mercado dos EUA, eram os valores que regiam o mundo?”. O francês discordou da afirmação por acreditar que os EUA são uma nação com liberdade democrática e bem avançada nos direitos humanos.
Uma aula interessante para abrir as fronteiras do pensamento.
Terça-feira passada aconteceu a primeira fase do I Campeonato Tuppi de Boliche. Uma disputa que envolve os membros da agência e que dá inicio à série de atividades esportivas da tribo em 2008.
Foram três partidas disputadas pino a pino por Filipe Bezerra, Jonas Pacheco, Lucas de Ouro, Luciano Midlej e Rafael Fischmann.
Strikes, canaletas e boas risadas. No dia seguinte, algumas lesões.
Ainda sem data marcada , mas já muito aguardada por todos…. vem aí também, a I Copa Tuppi de Kart.
Eu passei meu Carnaval pilotando simulador oficial de Fórmula 1:
Brincadeira. Mas claro que eu curti demais isso aí. Era uma das atrações do Camarote do Nana Banana, onde trabalhei — além do Camarote do Ondina Tower — pela Smirnoff. Acompanhei um grupo de 80 turistas, entre diretoria da própria empresa, indivíduos envolvidos direta ou indiretamente com ela e/ou com a Diageo, equipe da MTV da África do Sul e os 10 ganhadores do Smirnoff 10 Experience desse ano.
Apesar de quatro intensos, cansativos e estressantes dias de trabalho, a experiência valeu muito a pena, deu pra conhecer muita gente legal e, é claro, como podem ver na foto acima, curtir um pouco também.
Na quarta-feira retrasada ainda cheguei a ir para a Barra curtir um pouco das bandinhas que abrem o Carnaval e na quinta-feira saí com a banda A Zorra no bloco Nana Banana — já que só comecei meu trabalho na sexta. No sábado, com o grupo Smirnoff, saímos também com o Chiclete com Banana novamente no Nana. Demais!
Eu, Lucas de Ouro me diverti bastante nesse carnaval! Saí no bloco mais tradicional da festa baiana, o ‘tapete branco’: Filhos de Gandhy.
Curti também um dia no Bloco Yes ao som do Dj holandês Tiesto, e para completar a festa, curti a beleza e a agitação do Camarote Expresso 2222 - do ministro Gilberto Gil - ao lado de vários artistas convidados.
Sem contar, é claro a emoção cruzar a Barra-Ondina em cima do Trio Expresso 2222 no último dia de folia.
Feriadão prolongado e Salvador nos reserva algo inédito na cidade: uma festa! Apesar da tentativa, a Tribo não foi completa para o Sauípe Fest 2007, mas eu e Fischmann estivemos por lá pra marcar nossa presença. Essas são as minhas impressões.
Eu fiquei em Guarajuba, fui sexta-feira à tarde. O clima tava meio chato na casa onde fiquei. A piscina estava limpa e a cerveja estava muito gelada. Teve quem desconfiasse. Quando começaram a surgir pratinhos com quitutes por todos os lados aí a coisa ficou preocupante. Bom, o fato é que a festa começou na quinta-feira, mas parece que ninguém foi.
Na sexta-feira foi diferente. Além de Bezerra e Fischmann, estiveram por lá as talentosas Dani Bananinha, Samara Felippo, Maryeva e Fernandinha Rodrigues, além do Natiruts (muito bom, o show), Timbalada (pracatum-pracaralho) e Negra Cor, que acabei não vendo porque começou muito tarde, ou muito cedo (5h).
No sábado foi dia de Chiletão e do famigerado Jammil (quem agüenta?!). Depois de enfrentar 2 horas de engarrafamento eu já tava desanimado. Nada que um coro de milhares de pessoas gritando “Chiiiiii…cleeeee…teeeee, oba-oba!” não pudesse resolver. Quem curte o Chiclete sabe do que eu tô falando. O show foi crescendo, crescendo, crescendo. Depois foi caindo, caindo, caindo. Seu Washington Bell Marques da Silva me decepcionou. Não deu pra entender nada. Aí…bom, aí quando acabou eu voltei pro carro e esperei Tuca parar de cantar. “Sou praieiro…” é o C@#*.