Arquivo de Categoria: 'Curiosidades'

 

Custe o que custar

CQC

O CQC, novo programa da Band, vem conseguindo bons índices de audiência nas noites de segunda-feira. Com bom humor, irreverência e sagacidade, os apresentadores cutucam questões do universo cotidiano e não perdoam nem políticos nem celebridades. Hugo Chavéz, Paulo Maluf e o padre Marcelo Rossi foram algumas de suas vítimas.

CQC

O programa tem como líder o ator, diretor e escritor, Marcelo Tas, que conta com o apoio de algumas figurinhas conhecidas como Rafinha Bastos e Danilo Gentili. Os outros canais de TV já abriram os olhos para o novo concorrente que renova no Brasil esse formato já consagrado em países como a Argentina, o Chile e a Espanha. Vale a pena conferir. Toda segunda, 22h15.

Não morda a língua portuguesa

A Prefeitura de Salvador colocou no ar uma campanha que destaca as obras realizadas na cidade. Muitas imagens e uma música no melhor estilo ‘pagode da Bahia’: “E tome obra! Tome obra!”. Em meio a isso, um  apresentador informa alguns dados e termina dizendo: “É obra que não acaba mais!

Na hora eu ri e pensei: “Ele disse isso mesmo?”. A princípio, é claro que eu entendi que o que ele quis dizer foi que a Prefeitura vem realizando inúmeras obras. Mas foi inevitável rir ao perceber que ele também dizia que a obra começa, mas quando ela acaba, aí já é outra história.

Em outro caso, um partido do qual não me lembro a legenda, reuniu vários prefeitos para mostrar a qualidade de suas administrações. Um deles, uma prefeita, jovem e simpática, finaliza seu texto com um daqueles slogans que toda administração pública tem. E eu pude escutar: “Prefeitura de Tal Lugar. Honestidade Corrupção Zero”. Assim. De um tiro só. Sem pontuação. Novamente o espanto: “Ela disse o quê aí?”. Novas risadas. Coitadinha da prefeita. Possivelmente entregaram a ela um texto correto, mas na hora de gravar, ela não deu a pausa que enfatizaria a palavra “honestidade” e ficou parecendo que, naquela cidade, a corrupção e a honestidade eram ambas iguais a zero.

Duda Mendonça já declarou que “comunicação não é o que se diz, mas é como os outros te entendem”. Bom. Nem todos os candidatos se deram conta disso ainda.

Um grande encontro

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Em uma das perguntas, o Tarik comenta o papel de “coringa” desempenhado por Gil, que participou de vários momentos durante o festival, inclusive ao lado de Jorge Ben, com quem mais tarde ele gravaria um disco. Questionado se foi dali que saiu o embrião para o disco dessa dupla, veja o que Midani respondeu, na integra:

“Não. O embrião surgiu num encontro na minha casa, num dia em que o Roberto Stigwood, que tinha a RSO Records, veio com o Eric Clapton de férias. O Stigwood me perguntou “por que você não faz uma reunião do Clapton com os artistas brasileiros?”. Então, naquela noite, foram na minha casa, Jorge, Gil, Caetano, Rita Lee, Erasmo Carlos, muita gente. Todo mundo foi buscar seus violões, exceto Clapton, que já tinha trazido o dele. O Armando Pitigliani foi buscar uma tumbadora e se fez uma roda. O Cat Stevens estava também. De repente, o Cat saiu da roda, a Rita também, não sei se nessa ordem, saiu o Caetano. Eu sei que no fim ficaram Clapton, Gil e Jorge. Aí o Clapton disse: “Para mim não dá mais”. E também saiu. Ficaram só Gil e Jorge e foi memorável, memorável.(…)”.

Separados no nascimento

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Fotografias muito boas!

Continuando a série de boas referências francesas, indico o site do fotógrafo Fabrice Robin.

Para quem não conhece o cara, basta saber que ele é responsável por algumas grandes fotos de campanhas para Toyota, Psp, entre outros anunciantes.

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Em algumas fotos, como as  da série “nus”, Fabrice conduz o jogo de luz e foco de forma magnífica.

Vale a pena a visita.

Adidas, Puma e os bastidores do esporte

Você pratica esportes? Usa o tênis pra correr, jogar futebol? Torce por algum time? Já assistiu aos Jogos Olímpicos pela televisão? Já bebeu um refrigerante e viu sua marca preferida numa placa de estádio? E o que isso tem a ver com uma oficina de sapatos e a briga de 2 irmãos de uma cidadezinha do interior da Alemanha? Tudo. Principalmente quando se descobre que essa oficina se transformou em duas das maiores marcas de artigos esportivos do mundo e que suas histórias modificaram completamente a trajetória do esporte moderno. Em seu livro, “Invasão de Campo”, a jornalista Barbara Smit explica porque.

livro 7Os dois irmãos em questão chamavam-se Adolf e Rudolf Dassler. O primeiro era sapateiro, amante dos esportes. Humilde e persistente. Conhecido como Adi, uniu o apelido ao sobrenome e criou a Adidas. O segundo era extrovertido, genioso. Por vezes, grosseiro e implicante. Depois de brigar com o irmão, fundou a Puma. Naquela época, atleta nenhum via o esporte como profissão, nem como prática de lazer.

Através de uma leitura repleta de informações curiosas, é possível estabelecer um paralelo direto do crescimento dessas duas marcas e da expansão e modernização do esporte em todo o mundo: o patrocínio a jogadores, os contratos exclusivos, os grandes negócios, a FIFA, Pelé, João Havelange, o nascimento do marketing esportivo e a fantástica revolução comandada pelo herdeiro da Adidas.

Chamá-lo de interessantíssimo não oferece a real medida desse livro. Por isso, nada mais justo que indicá-lo e deixar que todos tirem suas próprias conclusões. Boa leitura!

Cada um com seu cinema

Em homenagem ao 60º aniversário do Festival de Cinema de Cannes, o presidente do festival, Gilles Jacob, convidou mais de trinta cineastas para fazer contribuições de três minutos a uma obra coletiva. O filme “Cada um com seu cinema” — que assisti no circuito de Sala de Arte daqui de Salvador — fala basicamente do amor ao cinema, passando por todo o imaginário que a telona nos proporciona.

É muito interessante ver a diversidade de interpretações e histórias que acontecem nas salas de projeção, dentro e fora das salas cinemas. Assim, depois de assistir filmes de David Lynch, Roman Polanski, Walter Salles, Gus Van Sant, entre outros mestres, separei o curta do brasileiro (que conta com a fantástica dupla Cajú e Castanha) para vocês darem uma olhada.

Os caras são muito bons!

Icasa x Sem Casa

Sem Teto

Ontem teve “clássico imobiliário” no interior do Ceara: Icasa x Sem Casa. Deu a melhor pra o time com teto.

O time com teto teve uma força extra terrena do jogador Marciano que meteu 3 nos pobres sem teto.

Porém os atuais vice campeões baianos, conseguiram fazer 2 gols, sendo um deles, um vazamento no time da casa.

Mesmo depois da motivação de terem conquistados os “títulos” baianos de 2 vitórias seguidas contra o campeão baiano do novo milênio(feito que não acontecia a 14 anos), o tricolor baiano não conseguiu ganhar do time da casa.

Icasa 3 x 2 Sem Casa.

O próximo jogo não será na casa do time sem casa por motivos óbvios, mas o municipio de Feira de Santana caridosamente esta recebendo o time sem teto.

Saudações Rubro Negras!

Chupadas?

Dizemos: “idéia chupada” quando encontramos anúncios com conceitos criativos parecidos, linhas visuais similares ou quando vemos alguma campanha “descaradamente inspirada” em outras peças publicitárias.

Acho que todo mundo já está familiarizado com esse termo, na área de comunicação.

No início da semana, a F/Nazca S&S ameaçou “processar” a Africa junto ao Conar (Conselho de Auto-Regulamentação Publicitária) alegando plágio da empresa de Nizan.

E como se não bastasse, hoje, uma agência de Santa Catarina apresentou uma terceira campanha dizendo ser a original.

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F/Nazca para a Revista Piauí.

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Africa para a Folha de S.Paulo.

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Zuco Comunicação para Uniplac.

Os três filmes podem ser vistos aqui no site do Portal da Propaganda, onde vi a notícia agora há pouco.

Tirando o fato das três campanhas utilizarem uma linguagem (um pouco) semelhante, os conceitos criativos são totalmente diferentes e acredito que isso tudo não passe de mais um caso de auto-promoção. E vocês?

O sonho americano não acabou!

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Pra quem achava que o sonho americano tinha acabado, a resposta está aqui no site do Terra Esportes.

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