Arquivo de Categoria: 'Curiosidades'

 

Ele é “o cara”

 

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Wagner Moura é o cara. Verdade seja dita, “Waguinho”, como eu gosto de chamá-lo, tornou-se um dos atores mais respeitados e bem quistos do país. Sem procurar saber muito sobre ele, eu posso descrever uma tragetória de grande valor. Ele saiu da Bahia em turnê de uma peça - “A Máquina” - que também tinha no elenco o ator Lázaro Ramos. Essa peça até virou filme, mas enfim, na época em que o espetáculo estava no Rio, ele foi visto e apreciado por público e crítica. Waguinho permaneceu na Babilônia Carioca e em algum tempo foi sendo requisitado para diversos filmes e aí não parou - “Abril Despedaçado”, “Caminho das Nuvens” “Deus é Brasileiro”, “Carandiru”, “Cidade Baixa”.

 

wagner A

 

O fato é que Waguinho veio pra TV, continuou no teatro e cresceu no cinema. O Capitão Nascimento virou um fenômeno pop da cultura brasileira e seu personagem da telinha, o Olavo, transformou seu rosto num ponto turístico dos olhares do grande público. Resultado: fama! “O cara” fez Hamlet, a peça foi um sucesso e recentemente eu li na revista Exame que o cachê de Waguinho para campanhas publicitária coloca o moço, com o perdão do trocadilho, na tropa de elite dos cachês nacionais: US$ 375 mil. É, meu caro. Isso mesmo. Se me perguntarem, eu digo que vale cada centavo, pois Wagner Moura é uma mistura rara de talento comprometido e celebridade bem resolvida.  Waguinho é o cara. Waguinho é maaara!

Separados pelo brainstorm

Ooops!!!anúncio 1 

Charles Melman

Semana passada tive o prazer de conhecer o Dr. Charles Melman.

Pra quem não o conhece, Melman é francês, foi aluno de Jaques Lacan, fundou Association Freudienne Internationale em Paris e é um dos mais renomados Psicanalistas do mundo. O psicanalista (e psiquiatra) veio participar do ciclo Fronteiras Braskem do Pensamento e aceitou o convite do NAPSI (ONG na qual sou diretor de Marketing) para uma visita à instituição.

Foi muito bom poder trocar uma idéia com uma personalidade marcante como Melman. Eu estudo (como bom curioso) Psicanálise há 3 anos e já tinha lido alguns textos dele, mas ao vivo pude ver a facilidade que ele trata de assuntos muito complexos e a simplicidade que ele explica algumas questões tão profundas do sujeito.

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Aproveitando o ensejo,  o convidamos para um almoço com a diretoria do NAPSI, onde conheci a Sra. Anne (sua esposa) e Abel (seu filho), assim pudemos conversar um pouco mais num ambiente amigável de restaurante.

Para finalizar, fica aqui uma dica de livro:
“O homem sem gravidade” - Charles Melman

War in Rio

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Desenvolvido pelo designer carioca Fábio Lopez, o jogo War in Rio é baseado no conhecido jogo War, mas contextualizado na dinâmica do Rio de Janeiro atual. Lopez utilizou o mapeamento do Google Maps para separar com mais precisão os setores do jogo.

    O objetivo do projeto é gerar uma discussão através de uma proposta cínica de diversão. É também um jogo bem planejado e realizado: uma paródia irresistível para os amantes do clássico e politicamente incorreto passatempo de guerra.As Regras do jogo se mantiveram inalteradas, e constituem os mesmos princípios morais comercializados em lojas infantis: matar, destruir, conquistar e aniquilar seus amigos.War in Rio é amizade.

Nada mais justo, Lopez. E parabéns pela execução - seria legal ver o conjunto completo, na caixa. Conheça mais sobre o projeto neste link.

Via Ginga

Custe o que custar

CQC

O CQC, novo programa da Band, vem conseguindo bons índices de audiência nas noites de segunda-feira. Com bom humor, irreverência e sagacidade, os apresentadores cutucam questões do universo cotidiano e não perdoam nem políticos nem celebridades. Hugo Chavéz, Paulo Maluf e o padre Marcelo Rossi foram algumas de suas vítimas.

CQC

O programa tem como líder o ator, diretor e escritor, Marcelo Tas, que conta com o apoio de algumas figurinhas conhecidas como Rafinha Bastos e Danilo Gentili. Os outros canais de TV já abriram os olhos para o novo concorrente que renova no Brasil esse formato já consagrado em países como a Argentina, o Chile e a Espanha. Vale a pena conferir. Toda segunda, 22h15.

Não morda a língua portuguesa

A Prefeitura de Salvador colocou no ar uma campanha que destaca as obras realizadas na cidade. Muitas imagens e uma música no melhor estilo ‘pagode da Bahia’: “E tome obra! Tome obra!”. Em meio a isso, um  apresentador informa alguns dados e termina dizendo: “É obra que não acaba mais!

Na hora eu ri e pensei: “Ele disse isso mesmo?”. A princípio, é claro que eu entendi que o que ele quis dizer foi que a Prefeitura vem realizando inúmeras obras. Mas foi inevitável rir ao perceber que ele também dizia que a obra começa, mas quando ela acaba, aí já é outra história.

Em outro caso, um partido do qual não me lembro a legenda, reuniu vários prefeitos para mostrar a qualidade de suas administrações. Um deles, uma prefeita, jovem e simpática, finaliza seu texto com um daqueles slogans que toda administração pública tem. E eu pude escutar: “Prefeitura de Tal Lugar. Honestidade Corrupção Zero”. Assim. De um tiro só. Sem pontuação. Novamente o espanto: “Ela disse o quê aí?”. Novas risadas. Coitadinha da prefeita. Possivelmente entregaram a ela um texto correto, mas na hora de gravar, ela não deu a pausa que enfatizaria a palavra “honestidade” e ficou parecendo que, naquela cidade, a corrupção e a honestidade eram ambas iguais a zero.

Duda Mendonça já declarou que “comunicação não é o que se diz, mas é como os outros te entendem”. Bom. Nem todos os candidatos se deram conta disso ainda.

Um grande encontro

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Em uma das perguntas, o Tarik comenta o papel de “coringa” desempenhado por Gil, que participou de vários momentos durante o festival, inclusive ao lado de Jorge Ben, com quem mais tarde ele gravaria um disco. Questionado se foi dali que saiu o embrião para o disco dessa dupla, veja o que Midani respondeu, na integra:

“Não. O embrião surgiu num encontro na minha casa, num dia em que o Roberto Stigwood, que tinha a RSO Records, veio com o Eric Clapton de férias. O Stigwood me perguntou “por que você não faz uma reunião do Clapton com os artistas brasileiros?”. Então, naquela noite, foram na minha casa, Jorge, Gil, Caetano, Rita Lee, Erasmo Carlos, muita gente. Todo mundo foi buscar seus violões, exceto Clapton, que já tinha trazido o dele. O Armando Pitigliani foi buscar uma tumbadora e se fez uma roda. O Cat Stevens estava também. De repente, o Cat saiu da roda, a Rita também, não sei se nessa ordem, saiu o Caetano. Eu sei que no fim ficaram Clapton, Gil e Jorge. Aí o Clapton disse: “Para mim não dá mais”. E também saiu. Ficaram só Gil e Jorge e foi memorável, memorável.(…)”.

Separados no nascimento

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Fotografias muito boas!

Continuando a série de boas referências francesas, indico o site do fotógrafo Fabrice Robin.

Para quem não conhece o cara, basta saber que ele é responsável por algumas grandes fotos de campanhas para Toyota, Psp, entre outros anunciantes.

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Em algumas fotos, como as  da série “nus”, Fabrice conduz o jogo de luz e foco de forma magnífica.

Vale a pena a visita.

Adidas, Puma e os bastidores do esporte

Você pratica esportes? Usa o tênis pra correr, jogar futebol? Torce por algum time? Já assistiu aos Jogos Olímpicos pela televisão? Já bebeu um refrigerante e viu sua marca preferida numa placa de estádio? E o que isso tem a ver com uma oficina de sapatos e a briga de 2 irmãos de uma cidadezinha do interior da Alemanha? Tudo. Principalmente quando se descobre que essa oficina se transformou em duas das maiores marcas de artigos esportivos do mundo e que suas histórias modificaram completamente a trajetória do esporte moderno. Em seu livro, “Invasão de Campo”, a jornalista Barbara Smit explica porque.

livro 7Os dois irmãos em questão chamavam-se Adolf e Rudolf Dassler. O primeiro era sapateiro, amante dos esportes. Humilde e persistente. Conhecido como Adi, uniu o apelido ao sobrenome e criou a Adidas. O segundo era extrovertido, genioso. Por vezes, grosseiro e implicante. Depois de brigar com o irmão, fundou a Puma. Naquela época, atleta nenhum via o esporte como profissão, nem como prática de lazer.

Através de uma leitura repleta de informações curiosas, é possível estabelecer um paralelo direto do crescimento dessas duas marcas e da expansão e modernização do esporte em todo o mundo: o patrocínio a jogadores, os contratos exclusivos, os grandes negócios, a FIFA, Pelé, João Havelange, o nascimento do marketing esportivo e a fantástica revolução comandada pelo herdeiro da Adidas.

Chamá-lo de interessantíssimo não oferece a real medida desse livro. Por isso, nada mais justo que indicá-lo e deixar que todos tirem suas próprias conclusões. Boa leitura!

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