Ele é “o cara”
por Filipe Bezerra em 09/11/2008 | Curiosidades

Wagner Moura é o cara. Verdade seja dita, “Waguinho”, como eu gosto de chamá-lo, tornou-se um dos atores mais respeitados e bem quistos do país. Sem procurar saber muito sobre ele, eu posso descrever uma tragetória de grande valor. Ele saiu da Bahia em turnê de uma peça - “A Máquina” - que também tinha no elenco o ator Lázaro Ramos. Essa peça até virou filme, mas enfim, na época em que o espetáculo estava no Rio, ele foi visto e apreciado por público e crítica. Waguinho permaneceu na Babilônia Carioca e em algum tempo foi sendo requisitado para diversos filmes e aí não parou - “Abril Despedaçado”, “Caminho das Nuvens” “Deus é Brasileiro”, “Carandiru”, “Cidade Baixa”.

O fato é que Waguinho veio pra TV, continuou no teatro e cresceu no cinema. O Capitão Nascimento virou um fenômeno pop da cultura brasileira e seu personagem da telinha, o Olavo, transformou seu rosto num ponto turístico dos olhares do grande público. Resultado: fama! “O cara” fez Hamlet, a peça foi um sucesso e recentemente eu li na revista Exame que o cachê de Waguinho para campanhas publicitária coloca o moço, com o perdão do trocadilho, na tropa de elite dos cachês nacionais: US$ 375 mil. É, meu caro. Isso mesmo. Se me perguntarem, eu digo que vale cada centavo, pois Wagner Moura é uma mistura rara de talento comprometido e celebridade bem resolvida. Waguinho é o cara. Waguinho é maaara!









Os dois irmãos em questão chamavam-se Adolf e Rudolf Dassler. O primeiro era sapateiro, amante dos esportes. Humilde e persistente. Conhecido como Adi, uniu o apelido ao sobrenome e criou a Adidas. O segundo era extrovertido, genioso. Por vezes, grosseiro e implicante. Depois de brigar com o irmão, fundou a Puma. Naquela época, atleta nenhum via o esporte como profissão, nem como prática de lazer.