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Adidas, Puma e os bastidores do esporte

Você pratica esportes? Usa o tênis pra correr, jogar futebol? Torce por algum time? Já assistiu aos Jogos Olímpicos pela televisão? Já bebeu um refrigerante e viu sua marca preferida numa placa de estádio? E o que isso tem a ver com uma oficina de sapatos e a briga de 2 irmãos de uma cidadezinha do interior da Alemanha? Tudo. Principalmente quando se descobre que essa oficina se transformou em duas das maiores marcas de artigos esportivos do mundo e que suas histórias modificaram completamente a trajetória do esporte moderno. Em seu livro, “Invasão de Campo”, a jornalista Barbara Smit explica porque.

livro 7Os dois irmãos em questão chamavam-se Adolf e Rudolf Dassler. O primeiro era sapateiro, amante dos esportes. Humilde e persistente. Conhecido como Adi, uniu o apelido ao sobrenome e criou a Adidas. O segundo era extrovertido, genioso. Por vezes, grosseiro e implicante. Depois de brigar com o irmão, fundou a Puma. Naquela época, atleta nenhum via o esporte como profissão, nem como prática de lazer.

Através de uma leitura repleta de informações curiosas, é possível estabelecer um paralelo direto do crescimento dessas duas marcas e da expansão e modernização do esporte em todo o mundo: o patrocínio a jogadores, os contratos exclusivos, os grandes negócios, a FIFA, Pelé, João Havelange, o nascimento do marketing esportivo e a fantástica revolução comandada pelo herdeiro da Adidas.

Chamá-lo de interessantíssimo não oferece a real medida desse livro. Por isso, nada mais justo que indicá-lo e deixar que todos tirem suas próprias conclusões. Boa leitura!

Sauípe Fest

Feriadão prolongado e Salvador nos reserva algo inédito na cidade: uma festa! Apesar da tentativa, a Tribo não foi completa para o Sauípe Fest 2007, mas eu e Fischmann estivemos por lá pra marcar nossa presença. Essas são as minhas impressões.

Eu fiquei em Guarajuba, fui sexta-feira à tarde. O clima tava meio chato na casa onde fiquei. A piscina estava limpa e a cerveja estava muito gelada. Teve quem desconfiasse. Quando começaram a surgir pratinhos com quitutes por todos os lados aí a coisa ficou preocupante. Bom, o fato é que a festa começou na quinta-feira, mas parece que ninguém foi.

Sauipe

Na sexta-feira foi diferente. Além de Bezerra e Fischmann, estiveram por lá as talentosas Dani Bananinha, Samara Felippo, Maryeva e Fernandinha Rodrigues, além do Natiruts (muito bom, o show), Timbalada (pracatum-pracaralho) e Negra Cor, que acabei não vendo porque começou muito tarde, ou muito cedo (5h).

No sábado foi dia de Chiletão e do famigerado Jammil (quem agüenta?!). Depois de enfrentar 2 horas de engarrafamento eu já tava desanimado. Nada que um coro de milhares de pessoas gritando “Chiiiiii…cleeeee…teeeee, oba-oba!” não pudesse resolver. Quem curte o Chiclete sabe do que eu tô falando. O show foi crescendo, crescendo, crescendo. Depois foi caindo, caindo, caindo. Seu Washington Bell Marques da Silva me decepcionou. Não deu pra entender nada. Aí…bom, aí quando acabou eu voltei pro carro e esperei Tuca parar de cantar. “Sou praieiro…” é o C@#*.

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