Arquivo de Autor

 

Obrigada Índios!

Estou aqui para expressar um pouco da gratidão que tenho por vocês (Tuppi Propaganda e Marketing), passar pela tribo foi uma experiência inesquecível, prazerosa, gratificante e muito enriquecedora. Pela primeira vez pude sentir que de fato trouxe a teoria que aprendo em sala para a prática, e podem ter certeza que esse tipo de sensação é muito rara para nós, estudantes de Comunicação e Marketing. Só tenho a agradecer por tudo o que passei, todos os tweets, posts, shares,  jobs, brainstorms, conversas, idéias, pesquisas, análises, risadas, lanches da tarde, folhas de papel transportadas… enfim, obrigada por tudo! Vou sentir saudade, desejo tudo de mais maravilhoso a todos vocês ;)Ass: Daniela Viegas

Propósito de marca é a nova fronteira do marketing

São Paulo - As empresas têm um novo desafio daqui para frente: ter um propósito.

Algo que inspire as pessoas a comprarem seus produtos ou a utilizarem os seus serviços não apenas porque são os melhores em qualidade ou oferecem o melhor preço ou valor, mas porque contribuem para uma causa.

O maior embaixador do propósito de marca no mundo é Joey Reiman.CEO da consultoria americana BrightHouse e um dos maiores pensadores de marca do globo, Reiman esteve no Brasil no último mês.Segundo o especialista, o propósito da empresa é que vai diferenciá-la das demais num futuro próximo, muito embora já existam companhias que utilizem este conceito e, com isso, estão liderando em suas categorias sem competidores à altura. Por isso, é preciso que as marcas definam, logo, o seu propósito antes que percam suas vantagens competitivas. Se o diferencial hoje é um atributo funcional, amanhã será uma causa. “É mais do que a missão, a visão e os valores da empresa”, ensina Fernando Jucá, sócio-diretor do Grupo Troiano. O propósito é tangibilizado em ações concretas, percebidas e valorizadas pelos consumidores.

As empresas que já entenderam a importância do propósito para as suas marcas estão sorrindo de orelha a orelha porque conquistam milhões de clientes no mundo todo de forma aparentemente inexplicável. As pessoas simplesmente amam estas marcas. São casos conhecidos, nomes como Apple e Havaianas são pioneiras e apostam neste conceito há algum tempo. A BrightHouse, inclusive, ajudou a Alpargatas na internacionalização da Havaianas.

Como fazer

Na teoria, a Apple pode vender computadores, telefones, tocadores de músicas e tablets, mas na prática, a partir de seu propósito, comercializa design, inovação e criatividade. Já a Havaianas não distribui chinelos de borracha, mas vende a alegria de viver. Seus produtos e sua marca transportam o consumidor, imediatamente, para um ambiente descontraído, despojado, sem estresse e que suscita bons momentos.

Um propósito único e autêntico tem o poder de atrair os consumidores. “O que toca as pessoas são boas histórias e causas que mobilizem a sociedade”, aponta Reiman. “O desafio é criar um motivo que as engaje”. A marca deve, portanto, inspirar o consumidor. Conectar pessoas em torno de uma causa.

O grande desafio, para as empresas, é descobrir o seu propósito e fazer dele uma verdade. Elas devem começar essa descoberta buscando o seu motivo de existir.Olhar para a cultura, a essência e os valores da companhia é um bom começo. Segundo Reiman, deve se perguntar o que o mundo perderia se a empresa deixasse de existir. Outro questionamento a ser feito é: do que o mundo precisa? E, claro, como a empresa pode preencher esta necessidade. É passar da fase de marca funcional e até mesmo aspiracional para uma que tem e promove uma causa.E, dando um significado maior à empresa, o consumidor fará isso por tabela.

Assista a um vídeo de Joey Reiman no link: http://tinyurl.com/25kledg 

Fonte: Revista Exame.

Superbrands Brasil 2010.

São Paulo - Em sua sexta edição no País, a Superbrands Brasil é resultado de estudo elaborado pela Superbrands. Segundo o levantamento, as dez marcas de melhor desempenho no país, ordenadamente, são: Nestlé, McDonald´s, Rede Globo, Coca-Cola, Nike, Bradesco, Fiat, Mercedes Benz, Banco do Brasil e Itaú. Além de destacar as dez marcas de melhor desempenho no ano, a publicação Superbrands Brasil 2010 traz, também, o “500 Index Superbrands”, lista que aponta as 500 marcas mais fortes no País, além de cases de sucesso de 50 marcas.

Colocação Top marcas pelo Índice de Forças da Marca Segmento economia Índice de força da marca 2010
1 Nestlé House of Brands/Alimentos 88,5
2 McDonald’s Fast food 84,7
3 Rede Globo Televisão 81,3
4 Coca Cola Bebidas 80,8
5 Nike Calçados 79,8
6 Bradesco Bancos 79
7 Fiat Automóveis 78,9
8 Mercedes Benz Automóveis 78,8
9 Banco do Brasil Serviços Financeiros 77,1
10 Itaú Bancos 76,9

De acordo com CEO da Superbrands Brasil, Gilson Nunes  - e também sócio da Brand Finance na América Latina, empresa focada em gestão estratégica e econômica de marcas - este ano foi marcado por forte valorização das marcas Wall Mart, Petrobras, Oi, Red Bull, Bradesco, Apple, Vale, Bosch, Phillips, Fiat, Odebrecht e Vivo. “Estas marcas foram beneficiadas em parte pelo bom desempenho da economia brasileira com um crescimento de mais de 7%, mas também se destacaram pelos padrões de governança e gestão estratégica e econômica de suas marcas, com bom desempenho em termos de posicionamento, qualidade, lealdade, satisfação, imagem, desempenho em suas ações de canal, distribuição, entrega, relacionamento com clientes, valor agregado, pós venda, assistência técnica, produtos/ serviços”, explica Nunes.

Marcas com maior aumento no índice de força da marca Evolução 2009/2010
Wall-Mart 24%
PETROBRAS 18%
OI 15%
Red Bull 15%
Apple 14%
Vale 14%
Bosch 12%
Philips 12%
Odebrecht 12%
Toddy 12%
Bradesco 12%
EMBRAER 12%
GAFISA 12%
Marisa 11%
Vivo 10%
Sorriso 9%
Bayer 9%
CEMIG 9%
Fiat 8%
Itaú 8%
Nescau 8%

Menor desempenho

De outro lado, segundo o CEO da Superbrands, algumas marcas não obtiveram o mesmo resultado, devido a um menor desempenho nestes campos ou por conta de mudanças estratégicas em sua gestão e seus impactos, como foi para: Unibanco, Telefônica, Visa, Daslu, Carrefour, HP, Kimberly Clark, IBM, Toyota, Dell, Brastemp, Submarino e Sony.

Marcas com queda no índice de força da marca Evolução 2009/2010
UNIBANCO -25%
TELEFÔNICA -23%
VISA -21%
Daslu -19%
Carrefour -15%
HP -12%
GRADIENTE -12%
Kraft Foods -12%
Kimberly-Clark -12%
IBM -11%
Toyota -10%
Dell -10%
Brastemp -8%
SUBMARINO -8%
Sony -7%
Fonte: Superbrands 2010 9%

Para chegar ao Índice de Força da Marca são analisados 35 atributos, com pesos diferenciados para cada um. A média ponderada resulta de grupos de macro indicadores como preço/valor agregado, produto/serviço, canal de venda/distribuição, pós venda, qualidade e efetividade do marketing, comunicação e sustentabilidade.

“O fato de uma marca ter lembrança fabulosa na mente do consumidor não faz, necessariamente, com que ele adquira o produto dessa empresa. Daí a importância em não fixar a pesquisa apenas no recall/top of mind da marca, mas em uma percepção muito mais ampla por parte do consumidor, tal como aquela que advém de sua experiência com a marca (comunicação e marketing), com o produto ou serviço, com o canal de distribuição/venda, com as ações e comportamento empresarial (cultura), formação de preço, entre outros itens”, afirma Nunes.

De uma amostra de 1,2 mil grandes marcas presentes no Brasil, nacionais e estrangeiras, foram selecionadas 500 para a pesquisa. Essa seleção ficou a cargo de um conselho independente da Superbrands (com peso de 10% na avaliação geral) e por 16.245 consumidores e executivos chave das empresas, entre 18 e 65 anos (peso 90%). O conselho é formado por Dalton Pastore (presidente da Abap), Ângelo Franzão (presidente do Grupo de Mídia de São Paulo), Petrônio Corrêa (presidente do CENP), André Porto Alegre (presidente da APP) e Alan Liberman (presidente da Ipsos – ASI Latin América).

Fonte: Revista Exame.

Comunicação?

Agregar valor com certeza é fundamental para um negócio, porém se o mesmo não é percebido pelos públicos de nada adianta.

Benchmarking consiste em absorver os pontos fortes de gestão e comunicação de uma empresa concorrente que se destaca no mercado e ‘adapta-los’ a realidade da sua Organização de preferência fazendo melhorias , ótimo porém, parem para pensar se todas as empresas começam a entrar nesse mesmo ciclo, o que acontecerá? Esse modelo virará algo comum, portanto você e todos os seus concorrentes seguirão a linha da ‘mesmice’.

As empresas precisam buscar um diferencial competitivo, algo que seja exclusivo e fuja do senso comum, para assim direcionarem o seu posicionamento (essencial para se manter em qualquer segmento) e fazer da comunicação estratégica (algo raríssimo de acontecer, pois a grande parte das Organizações ainda não entendem o que esse processo significa) um processo mutável suscetível a mudanças de planos e alterações ao longo do tempo, essas baseadas nos movimentos que os seus concorrentes estão fazendo. As Organizações devem entender que a imagem e posicionamento que será ocupado na mente do consumidor não é formado apenas pelas informações que são de alguma forma ‘lançadas’ para os públicos, a memória e experiências do consumidor são parte essencial da composição dos mesmos.

Portanto, a comunicação precisa ser vista como fluxo/troca e não como uma flecha de unica direção, na qual só a Instituição passa a informação e pronto.

A informação é matéria-prima para a comunicação… Estímulo e resposta, isso é comunicar.

Por: Daniela Viegas

Especialista em marca destaca a importância de laços emocionais entre empresas e consumidores

O que as marcas devem ter para serem autênticas? O que devem fazer para conseguir a tão almejada confiança do consumidor? Como trabalhar no mundo digital e nas redes sociais? Essas e outras questões fundamentais para o Marketing nos dias de hoje foram discutidas pelo Mundo do Marketing com Marc Gobé, fundador da Emotional Branding, autor do livro de mesmo nome e um dos maiores especialistas em marca do mundo.

Num mundo com cada vez mais opções de escolha, as pessoas comprarão não apenas os produtos que têm qualidade e entregam benefícios tangíveis, mas marca emocional que tem a ver com sua personalidade, aponta Marc Gobé que, em janeiro, ministrará uma palestra para um grupo de brasileiros durante a NFR 2011, a maior feira de varejo do mundo. 

Marcas como forma de expressão 
“As pessoas estão comprando produtos não apenas porque elas precisam, como para comer ou se vestir, mas porque desejam expressar quem são. Isso é feito por meio das marcas. Se você escolhe por determinado carro, você mostra que tipo de pessoa é. O mesmo acontece com as roupas. As pessoas vestem peças que dizem algo sobre sua personalidade. Isso passa uma mensagem de que elas devem comprar os mesmos produtos porque eles são um reflexo de si.

Se você comprar um tênis Adidas, está pagando por uma marca que faz com que você se sinta um atleta profissional. Os consumidores se conectam emocionalmente às companhias com as quais eles se identificam. A sociedade precisa de razões para comprar, hoje a sustentabilidade pode ser apontada como uma dessas causas”. 

A autenticidade das marcas
“A autenticidade de uma marca tem a ver com a sua história. Para algumas empresas isso tem a ver com a confiança que os consumidores podem ter nela. A empresa precisa oferecer qualidade e isso vai fazer com que as pessoas confiem nela. Se a companhia é uma indústria automobilística, ela tem que produzir o carro de maneira com que ele seja o melhor do mundo”. 

Para se aproximar dos consumidores 
“Antes de tudo as empresas têm que oferecer bons produtos, mas isso não é suficiente. As companhias têm que manter um diálogo com seus clientes. A mídia social é uma possibilidade para criar comunidades e saber o que os consumidores estão pensando.

Acredito que a urgência da nova geração e o poder das novas tecnologias fizeram com que a mídia tradicional perdesse espaço para a internet. Além disso, as pessoas passam mais tempo no computador e no celular do que vendo TV. E isso ainda vai acelerar. No futuro, as pessoas vão gastar ainda mais tempo com as novas mídias. Isso vai fazer diferença na divisão publicitária das empresas, mas elas ainda não vêem importância nisso.

Se você me perguntasse sobre o Marketing há dois anos, seria uma história completamente diferente. As marcas eram arrogantes e essas novas redes fizeram com que muitas empresas perdessem suas reputações. Hoje a reputação de uma marca pode ser destruída pela internet. No Twitter eu posso saber exatamente quem está falando sobre a minha empresa em qualquer lugar. Podemos saber o que realmente as pessoas pensam e, com isso, manter um contato direto com elas. No mundo de hoje, onde a transparência é importante, as pessoas querem ter um contato direto com as marcas, até mesmo os líderes que estão por trás destas marcas devem ser diferentes e as pessoas querem conhecê-los.

As empresas devem ter a capacidade de entender os novos padrões de compra das pessoas. As marcas devem criar iniciativas que causem um impacto na sociedade, como iniciativas de preservação da água, que fará com que as pessoas comentem sobre isso em comunidades on-line. Estamos falamos de autenticidade que faz as pessoas acreditarem na marca”. 

Modelo Apple
“Os sites das empresas oferecem uma nova experiência, o que faz com que a pessoa não apenas conheça, mas descubra o produto. O que é mais interessante é que a Apple Store construiu a melhor experiência de varejo. Ela foi a primeira a fazer isso sem vender produtos diretamente. Quando você visita a loja virtual, descobre os produtos em um ambiente empolgante. É possível tocar nos produtos e falar com pessoas que te darão assistência. É um projeto completamente focado na experiência do consumidor.

O que a Apple está fazendo é construir uma base usando várias novas plataformas que eles controlam para criar uma experiência tão boa quanto o produto. Existem alguns sites que são tão bons quanto o da Apple em termos de experiência e serviço. Steve Jobs responde às perguntas no Twitter e faz com que sua empresa entenda seus consumidores e crie uma boa imagem e reputação em várias plataformas. É por isso que as pessoas são tão ligadas à Apple. No final das contas, o que importa hoje não é o quanto sabem sobre você, mas o quanto a sua marca pode ser compartilhada. Porque se ninguém falar sobre a sua marca, você está mal, está morto. Mas se a sua marca é interessante, as pessoas vão comentar sobre ela.

Todas as vezes que os nomes interessantes no mercado lançam um novo produto ou abrem novas lojas, os consumidores comentam. Não é só porque essa marca é a melhor e as pessoas querem comprar mais, mas é pela emoção por trás dela, o que ela faz para que eu mude a maneira de ver a vida. A grande responsabilidade da companhia é criar engajamento e, com isso, as pessoas se sentem felizes ao comentar sobre a marca. 
O modelo da Apple é uma nova abordagem. A loja leva as pessoas para o site para comprar os produtos. Eles vão lá, experimentam e depois compram on-line. A estratégia é deixar à mostra os produtos que se tornam uma plataforma de relacionamento e de valor de marca”. 

Diferenciação e preço
“Os consumidores pagarão mais se isso for importante para elas. As pessoas pagam muito por produtos como o iPhone e o iPad, mas não vão comprar outro produto que não seja tão bom e interessantes quanto eles. É importante que as marcas entendam o desejo das pessoas e as façam pagar um valor a mais por isso. Elas devem estar de olho nas tendências. Se a moda é usar rosa, as marcas têm que explorar essa possibilidade antes, pois se não fizerem isso em um mês perdem a chance de vender seus produtos. Temos que responder às tendências rapidamente. Existe uma demanda de pessoas com dinheiro para comprar, mas se não houver o produto que elas desejam, as marcas perdem a oportunidade de vender. As pessoas têm coisas muito mais importantes para comprar, há uma competição grande em cada mercado, e muitas opções para gastar dinheiro”.  

Marcas brasileiras
“Conheço algumas marcas brasileiras que estão fazendo um bom trabalho, como a Havaianas, que tem uma loja ótima em São Paulo. Trata-se de um nome consistente com o qual os consumidores têm uma ligação emocional. Também amo a loja da Melissa. As pessoas encontram lá inovações e produtos com muita energia. 
O Brasil pode ainda criar marcas globais interessantes a partir disso. Há nomes no Brasil que podem se tornar globais. Veja a indústria de café brasileiro que é enorme. Mas olhe para o Octavio Café e para a sua loja. É a melhor experiência de varejo em São Paulo e é um café. O Octavio Café poderia ser uma Starbucks porque tem autenticidade”.

 

Fonte: Mundo do Marketing

8 lições do chefe de criação da Ogilvy sobre marketing

ogilvy1.jpg

“Buenos Aires - Lars Bastholm , Chefe de Criação da Ogilvy New York e da Operação Digital da agência para América Latina, palestrou na tarde desta quarta-feira (24) no El Ojo. A exemplo de seus companheiros de outros dias, mostrou cases de sucesso nos quais fica claro que o poder definitivamente está com o consumidor. Não se trata de algo efêmero.Entretanto, o que chamou atenção no painel de Bastholm foi a quantidade de citações conceituais sobre propaganda na era de junção do tradicional com o digital. Confira abaixo algumas das frases apresentadas por ele para sustentar os argumentos de que a nova era é ditada, de fato, por comunicação relevante, sincera e transformadora entre marcas e consumidores.

Marcas não serão julgadas pelo que dizem, mas pelo que fazem.

Nosso negócio não está em manter as companhias de mídia, mas sim em se conectar com o consumidor.

Não tente ditar como os consumidores devem viver. Adicione valor à forma como eles vivem.

1 em cada 7 minutos de consumo de mídia é via dispositivos móveis.

O negócio não é sobre digital x tradicional. É sobre como conectar esse consumidor moderno.

Não devemos pensar sobre ideias publicitárias, mas sim, ideias que têm apelo para divulgação.

A conversa acaba quando o consumidor dita. Não quando o plano de mídia se encerra.

Se não há diversão, saiba que não está fazendo do jeito certo.”

Fonte: Revista Exame

As boas idéias, a tribo assina em baixo.

“Redes sociais: para as marcas, não é mais uma questão de escolha”

São Paulo - Estar presente em redes sociais hoje não é mais uma questão de escolha. Toda marca está, positiva ou negativamente, sendo citada na internet pelos canais que estiverem mais próximos de seus consumidores. É por isso que ter uma boa estratégia de relacionamento com os usuários nesses ambientes pode fazer toda a diferença, seja para marcas grandes e conhecidas, seja para as emergentes.

Segundo um estudo da Forrester Research, a previsão é de que até 2014, os investimentos em marketing online encostem em US$ 55 bilhões, representando 21% do total de gastos em marketing. As campanhas envolvendo mídias sociais devem crescer a uma taxa anual de 34%, mais rápido do que qualquer outra forma de marketing online. Depois dessa previsão, é preciso fazer bonito. De nada adianta investir para expandir fronteiras em mídias sociais se não houver um bom programa de ações para atrair o público-alvo e gerar um bom sentimento.

Veja a seguir o que marcas mundiais como Coca-Cola, Starbucks, Dell, Dunkin’ Donuts, JetBlue e The History Channel estão fazendo para se comunicar com seus consumidores em espaços online e o impacto dessas ações para o nome e os negócios das empresas.

 

Fonte: http://exame.abril.com.br

 

O consumidor e o prosumidor.

 prosumers1.jpgQual a diferença entre eles?

Simples, o consumidor é aquele que simplesmente adquire produtos e serviços e os consome. O prosumidor faz um mesmo, porém com um plus: ele interage com a marca, expõe suas opiniões a respeito de seus produtos/ serviços, seja esse relacionamento através de redes sociais, sac ou até mesmo telefone.

E você, é um consumidor ou um prosumidor?

Adquire e consome conteúdos/produtos/serviços ou adquire e gera conteúdos?

Marketing de E-xperiência?

mkt-experience.jpg

E porque não? Basta  observar um pouco os hábitos de consumo para perceber que tudo está ganhando um “e” na frente (e-commerce, e-business…) além da explosão de compras coletivas pela qual estamos passando. E por isso e mais um pouco as marcas precisam estar na internet, onde o seu prosumidor está presente.Interagir e gerar experiências entre marca e consumidor, essa é a forma de se fazer Marketing que atualmente têm gerado os melhores resultados. O Marketing de E-xperiência não é mais um modismo, mas uma tendência.

Não é a toa que a Unilever já percebeu isso e criou um laboratório só para testar idéias que funcionem no ambiente virtual, confiram a matéria da MeM nesse link : http://tinyurl.com/27d5p6r

A Pepsi e seu Marketing de oportunidade.

pepsi.jpg

Quem nunca pediu uma coca e ouviu a frase “só têm Pepsi, pode ser?”, sempre bate aquela dúvida, mas no final muitos acabam cedendo.

Aproveitando a oportunidade que o macroambiente proporcionou, a Pepsi fez a sua nova campanha com o slogan “Pode ser bom. Pode ser muito bom. Pode ser Pepsi”. Essa também “pode ser” uma boa estratégia para a marca, porém pode acabar sendo enxergada de forma “nós somos uma boa segunda opção”… Mas sejamos sinceros a Pepsi faz muito menos sucesso no Brasil do que a Coca. Parece ser exagero, mas talvez esta seja uma nova estratégia de posicionamento, a marca pode estar “assumindo” que ocupa a segunda posição e se não tiver Coca-cola, uma Pepsi pode ser uma boa segunda opção.

Assim como a Avis, locadora de carros que ficou conhecida por reconhecer que era a segunda no ranking nas locadoras de carro e que se esforçava muito para manter essa posição. A Avis sempre ilustrava esse aspecto de forma bem humorada em suas campanhas como, por exemplo, “As nossas filas são menores”.

Acho que a Pepsi já têm propensão a ocupar esse posicionamento na mente do consumidor e talvez já o ocupe em alguns casos (no meu, por exemplo).

Bom, vamos aguardar os resultados, mas achei interessante a estratégia de “seguir a onda” do público. Agora é esperar pra ver.

VT da campanha: http://www.youtube.com/watch?v=RjEbIqHpWNc

Next Page »