Arquivo Mensal: Julho de 2008

 

Motumbá invade o Correio da Bahia

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Saiu no último domingo a capa falsa criada pela Tuppi para o bloco Beijo, que no Carnaval 2009 tem como grande atração a banda Motumbá. A capa - duas páginas duplas do Correio da Bahia - reuniu as principais informações sobre o bloco - sua história, a criação da nova marca - e as curiosidades a respeito da banda - o figurino, a música, o estilo. A banda se apresenta na Área Verde do Othon todos os domingos a partir das 19h.

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Bloco Beijo!

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A Tuppi Propaganda é a nova agência do bloco Beijo. A primeira tarefa foi criar um novo visual para sua marca (logo + slogan). O cliente, que é um velho conhecido dos baianos, inciou suas atividades na década de 80, quando o Carnaval de Salvador começava a dar seus primeiros sinais de profissionalização.

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Para o Carnaval 2009, o Beijo traz uma super atração: a banda Motumbá. Grande revelação da cena musical da Bahia, a banda Motumbá tem feito um trabalho consistente através de seus concorridíssimos ensaios realizados na Área Verde do Othon.
A Tuppi preparou uma super campanha que fará sua primeiras aparições durante os ensaios da banda. Posteriormente, a nova campanha ganhará as ruas e a atenção da cidade.

Squash na tribo - Parte I

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Aconteceu para animar os sedentários indios da tribo, o primeiro Tuppi Squash Indoor lá no Alto da Enseada (vulgo Enseadão). O nível técnico mandou lembranças, mas a diversão foi garantida.

Lucas Souto (eu!) confirmou o favoritismo de veterano e ganhou todas a partidas disputadas.

Já Luciano Midlej, contrariando comentários maledicentes da sua idade, foi o que melhor me surpreendeu.

“O esporte mostra que o preconceito de idades é um tabu inócuo. Luciano foi o jogador mais técnico.”

Em compensação na disputa entre os novatos, Lucas de Ouro levou a melhor perante Luciano: 3 x 1. A juventude e o sangue Kuerten prevaleceram.

Já Filipe Bezerra, nosso grande redator, mostrou que o talento é muito maior com a caneta do que com a raquete… Foi o “lanterninha” da competição.

Mas tem revanche!

“Talento não pode ser tratado como commodity”

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Em busca de mudanças na relação entre clientes e prestadores de serviço

“Talento não pode ser tratado como commodity”. Com essa frase, Zezinho Mutarelli, sócio da Sax So Funny e diretor da Associação Brasileira das Produtoras de Fonogramas Publicitários, deu início aos trabalhos da comissão “Prestadores de serviços e sua relação com agências e clientes”, na qual o primeiro conferencista foi Washington Olivetto (na foto), chairsman da W/Brasil. Mutarelli, que ressaltou a importância dos prestadores de serviço na realização dos trabalhos publicitários, mostrou-se descontente com a atual relação entre clientes e empresas do setor. “Falta respeito aos ideais dos criadores e aos direitos autorais”, afirmou, acrescentando: “Precisamos lidar com exigências cada vez mais absurdas dos clientes, como pouca verba e pouco tempo. Isso fatalmente gera um trabalho sem qualidade”.

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Fazendo um retrospecto da propaganda nos anos 60 e 70, Olivetto usou o palco para colocar outro assunto em pauta: a necessidade de se resgatar a auto-estima da publicidade brasileira. “O mercado precisa se unir, trabalhar junto. Se isso não acontecer, continuaremos criando novos talentos sem seriedade e perdendo velhos talentos por desleixo”, proclamou.

Segundo Mutarelli, a produção é tratada com desdenho pelos anunciantes. “Apenas 2% do orçamento é voltado para a produção. Isso sem contar o nível de qualidade exigido em um curtíssimo espaço de tempo”, lembrou.

O assessor jurídico da Abap, Abrafoto, Aprosom, APP, Sindapro-SP e sócio da Paulo Gomes de Oliveira Filho Advogados Associados, Paulo Gomes de Oliveira Filho, que representa várias das partes envolvidas na discussão, deu um parecer sobre a atual norma voltada aos direitos autorais. “Os direitos autorais são de todos os participantes, desde as agências até as produtoras de som e de filme, fotógrafos, atores e modelos. Estamos aqui, reunidos, para garantir a aplicação efetiva desses direitos”, enfatizou.

Por fim, Mutarelli apresentou a tese aos congressistas presentes. Cláusulas como a garantia de boas condições de trabalho aos prestadores de serviço, tais como não atraso no pagamento, foram votadas e aprovadas pelos presentes. Mudanças na forma de lidar com as obras internacionais veiculadas no Brasil também foram sugeridas. De acordo com a recomendação, será exigida a produção de uma nova trilha sonora, brasileira, e o fomento de pelo menos uma diária de filmagem feita por uma produtora brasileira cadastrada na Ancine.

Segundo Muratti: “Há luz no fim do túnel”.

(Matéria da Heloísa de Oliveira. Via Portal da Propaganda)

 Será?

Risos em quadros

quadrinhos

Conexão 2033 - Papel x Papiro

Conexão 2033

Conexão 2033 é uma série de textos que vai se iniciar agora. Ela vai narrar diálogos entre pais e filhos considerando sempre as “velhices”do século XX e a incompreensão dos mais jovens, o ambiente é um futuro não tão longe: 2033.

Como seria daqui a um quarto de século?

Papel x Papiro

- Me explique esse negócio de papel, papai, nunca entendi direito!

- Como assim você não entendeu?

- Eu fico intrigado com essas coisas do século XX, e tava lendo que no antigo-antigo Egito as pessoas escreviam textos em papiros, papel é igual a papiro?

- Não Cauã, é bem diferente. O papiro é como se fosse um papel antigo e as letras eram marcadas nele de uma forma mais primitiva.

- Eu li no vídeo livro que papel era extraído de arvores, e as pessoas usavam prensas como da época de Gutenberg para imprimir seus textos. Naquela epoca vocês demoravam muito para inventar algo novo.

- Ah filhão, Gutenberg foi bem antes, no século XX já era bem diferente. As impressoras eram modernas e o papel também.

- Tudo bem, evoluiu um pouquinho em relação aos papiros, mas ainda era parecido com o de Gutenberg.

- Bem diferente meu filho! Papéis, tintas e impressoras modernas!

- Papel, tinta e impressora. Viu só, igualzinho! Só não entendo porque vocês tinham computadores, visores eletronicos, aquele antigo Iphone e liam em papéis. Porque não lia nos visores?

- Porque cansa muito ler no visor. Dói os olhos.

-Eu não acho.

- Tá bom, Cauã, papel era como um papiro moderno. Me deixe em paz e volte a seu visor eletrônico.

- Volto mesmo. Nunca iria ler num papel! Minha professora disse que arvores e mais arvores eram cortadas pra fazer um livro. Um crime ambiental!

- Existiam leis que permitiam, haviam áreas de reflorestamento.

- Crime ambiental papai. Você me envergonha por ter usado tanto papel sem pensar nisso!

- Pequeno delito?

Desenhos…

dedos

Sala mágica

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Tá aí um fantástico trabalho de manipulação de imagens e Photoshop do Ricardo Salamanca no site Salamagica.

O legal do site é que ele mostra os bastidores de como ele cria essas imagens. Confira!

Via: Ap303

Risos em quadros

quadrinhos

Internet pára em São Paulo!

sp.jpgHoje (dia 03/07/2008) aproximadamente metade dos paulistanos estão sem internet. Serviços essenciais como registros de ocorrências na Polícia Militar, Centro de Engenharia de Trafego, Corpo de Bombeiros e diversas autarquias municipais, estaduais e federais estão sem internet.

O problema mostra a dependência que todos nós temos da internet e a necessidade de uma maior fiscalização da Anatel. Recentemente na própria Tuppi a internet ficou fora do ar sem explicações e prejudicando algumas das atividades da agência.

A notícia que ouvi na CBN (www.cbn.com.br) também fala que a Telefonica (concessionária de internet no Estado) não explica a causa do problema, não prevê quando será resolvido, nem quantas pessoas foram prejudicadas. Algo muito comum em nosso país aonde os problemas não tem responsáveis nem prazos para irão sanar as questões.

Imaginem caros amigos do blog da Tribo se aconteceu em São Paulo, é bem possivel que aconteça aqui na Bahia, com o agravante de que aqui a solução tardar a sair.

Vamos inundar os emails de contato da ANATEL e da VELOX para evitar que o problema se repita em Salvador.

O site é:

http://www.anatel.gov.br/Portal/exibirPortalInternet.do

Ou então é só ficar parados e voltemos aos tempos das cartas.

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