Em uma das perguntas, o Tarik comenta o papel de “coringa” desempenhado por Gil, que participou de vários momentos durante o festival, inclusive ao lado de Jorge Ben, com quem mais tarde ele gravaria um disco. Questionado se foi dali que saiu o embrião para o disco dessa dupla, veja o que Midani respondeu, na integra:
“Não. O embrião surgiu num encontro na minha casa, num dia em que o Roberto Stigwood, que tinha a RSO Records, veio com o Eric Clapton de férias. O Stigwood me perguntou “por que você não faz uma reunião do Clapton com os artistas brasileiros?”. Então, naquela noite, foram na minha casa, Jorge, Gil, Caetano, Rita Lee, Erasmo Carlos, muita gente. Todo mundo foi buscar seus violões, exceto Clapton, que já tinha trazido o dele. O Armando Pitigliani foi buscar uma tumbadora e se fez uma roda. O Cat Stevens estava também. De repente, o Cat saiu da roda, a Rita também, não sei se nessa ordem, saiu o Caetano. Eu sei que no fim ficaram Clapton, Gil e Jorge. Aí o Clapton disse: “Para mim não dá mais”. E também saiu. Ficaram só Gil e Jorge e foi memorável, memorável.(…)”.
Em campanha para divulgar a Trivela em Vitória da Conquista (BA), a Tuppi criou para o Bloco Massicas um teaser seguido de um outdoor-revelação. Para aumentar a expectativa dos fãs que aguardam o retorno da festa àquela cidade, as peças contam com a irreverência do líder da banda Asa de Águia, o cantor Durval Lelys. Como faz todos os anos, Durval criou um novo personagem. Dessa vez, ele se chama Cowboylino e a temática de faroeste deu o tom da campanha. A festa acontecerá no período de São João e promete ser mais um grande sucesso do Bloco Massicas.
A ABASE – Associação Bahiana de Supermercados - completou hoje (28 de abril) 35 anos. Para comemorar a data, a Tuppi Propaganda, agência da instituição há mais de 3 anos, criou um anúncio veiculado no Correio da Bahia com o mote “Há 35 anos discutindo a relação”, falando da importante atuação da ABASE na defesa dos interesses dos supermercadistas.
É importante lembrar que a defesa dos interesses desse setor afeta diretamente as finanças de todos nós.
A tribo se reuniu para mais uma etapa do nosso campeonato de boliche!
Dessa vez, muito mais disputadas, as partidas foram dividias em duas pistas e contamos com a grande presença do amigo Antônio Martins, que entre outras coisas é colunista e crítico de cinema e literatura.
Resultado: três rodadas, cada uma com um vencedor.
Ainda faltam algumas etapas para a definição do campeonato, enquanto isso, nós vamos dando muitas risadas e melhorando a nossa pontuação geral no ranking.
Nos 100 anos da Associação Brasileira de Imprensa, o presidente Lula trocou o jantar com a imprensa pelo aniversário de Dona Marisa. Talvez ele esteja até certo, pois ela o ajudou mais do que a própria imprensa e todo homem deveria prestigiar sua mulher.
Porém, o tema não é a relação do presidente com sua esposa ou a imprensa. O tema é a Associação Brasileira de Imprensa. Mais especificamente, a campanha de seus 100 anos. E por último, a importância da vírgula.
Nesta última frase pode ser verificada essa importância. Sem a vírgula, não haveria a pausa necessária para separar e valorar o termo: “a importância da vírgula”.
É com brincadeiras e alterações no uso desta personagem, a vírgula, que segue a linha criativa apontada na campanha para a ABI. Vejam a campanha na íntegra:
Numa viagem marcada de última hora, resolvi ir a um dos shows mais badalados do ano. Com apresentações no Rio e São Paulo, a turnê sulamericana de Ozzy Osbourne passou pelo Brasil entre os dia 03 e 05 desse mês.
São Paulo já está virando minha segunda casa. Estive lá exatamente há um mês atrás para assistir a outros dois grandes shows de rock - a banda inglesa Iron Maiden (esse show foi sem comentários! Incrível!) e, dois dias depois, Bob Dylan. É uma ótima cidade para passar uns dias, não para morar.
Voltando ao show de Ozzy, viajei sem ter comprado ingresso. Não foi arriscado - apesar de parecer -, pois ainda se podia encontrar ingressos a venda pela internet. Bem, corria o risco de venderem o que sobrou até o dia do show, mas é aí que entra o espírito de aventura! Chegando lá, se não achasse na bilheteria teria que recorrer aos amigos cambistas.
Fui para o estádio do Palmeiras - local do show - as 18:30h para conseguir comprar o ingresso e ainda procurar um lugar legal na pista. Acabou que desci do taxi de um lado do estádio e a bilheteria ficava do outro. Só nessa caminhada perdi um bom tempo. No caminho podia ver as diversas figuras engraçadas (e estranhas) que um show de rock consegue reunir. Algumas parecem saídas de capas de discos ou até integrantes das próprias bandas. Não pense que só tinha caras feios e cabeludos vestidos de preto, pois a diferença de Sampa para Salvador é que lá muitas mulheres lindas vão a esse tipo de show.
Na fila da bilheteria fiquei na dúvida se comprava pista especial (área vip) ou a pista comum. Acabei optando pela pista comum - que custava R$180, 120 reais a menos que a vip. Na hora de pagar, a moça da bilheteria perguntou se eu não queria meia-entrada vip. Eu iria recusar?! Claro que não! No fim das contas paguei apenas R$150,00 e ainda fiquei perto do palco. Era um sinal de que o show ia ser 10!
Entrei na fila vip e quase chegando na entrada ouvi a primeira música tocando: era a Black Label começando o show 5 minutos antes do marcado (fdp!). Adiantei o passo e, logo que passei pela catraca, comecei a filmar - num ato de preocupação (e para causar inveja, claro! rs) com meu amigos que não puderam me acompanhar nessa viagem - em especial Gabriel, que sempre me acompanha nessas aventuras rock ‘n’ roll, e Lucas de Ouro, um verdadeiro rock star fã (mas que nunca vai aos shows que acontecem!).
O show do Black Label foi incrível. Assistir e ouvir Zakk Wylde ao vivo é sensacional. O cara toca muita guitarra! Um fato especial foi que durante o show, ele acabou se cortando - nao sei ao certo como, mas ele tem o péssimo costume de amassar latinhas de cerveja com a mão - e a sangrar bastante. As guitarras ficavam escorrendo sangue. Nem por isso ele diminui o ritmo, pelo contrário!
O show da Korn foi uma total novidade. Nunca tinha escutado a banda e não esperava muito para ser sincero. Mas acabei me surpreendendo e curti bastante a apresentação dos caras.
Enfim, o tão esperado momento chegou. Na abertura do show de Ozzy um vídeo com paródias de séries sempre tendo ele como protagonista da cena. Ao entrar no palco, Ozzy levou a galera a loucura. Foi um empurra-empurra que fiquei com medo de perder meu celular - eu estava usando-o para filmar o show. Sobre a apresentação dele, só quem foi para saber o quanto valeu a pena estar ali.
Gravei outros diversos vídeos para deixar tudo registrado. Postarei depois aqui mais alguns deles. Bem, a próxima aventura já está marcada. Será dia 2 de novembro - novamente em São Paulo - para o GP Brasil de F1. Quem sabe não vejo ao vivo Felipe Massa sendo campeão mundial?! Quem quiser me acompanhar está convidado!