Arquivo Mensal: Março de 2008

 

Aperfeiçoamento interno

Atualização e informação são as palavras de lei. Às vezes reclamamos da falta de tempo e de dinheiro, e realmente isso é um problema para todos. Porém, o Sebrae oferece cursos gratuitos e que precisam de muito pouco tempo, podendo ser feitos tanto pelos donos do negócio como pela cadeia de funcionários da empresa.

Nestes cursos são oferecidos conceitos básicos que esquecemos no dia-a-dia. Por exemplo: Iniciando um pequeno grande negócio (ajuda a construir um plano de negócios); Aprender a Empreender (oferece visões básicas sobre empreendedorismo, mercado e finanças); Como vender mais e melhor (modelos de gestão de vendas); Análise e Planejamento Financeiro (Analise financeira do Negócio); De olho na qualidade (praticas diárias com grande impacto na qualidade dos produtos).

São cursos para melhor definição dos resultados, das estratégias e objetivos, sejam de Marketing como um todo, sejam de Comunicação. A Tuppi já experimentou alguns deles, e indica a seus parceiros.

Os cursos não “reinventam a roda” no marketing, mas trazem conceitos importantes que por vezes deixamos de lado: Porque não pedir que a equipe de vendas se inscreva no curso “Como vender mais e melhor”? Porque não sugerir a um gerente que é um braço direito a “Aprender a empreender”? Porque não reciclar suas habilidades financeiras no curso “Analise e Planejamento Financeiro”?

 

VT pra Saik

saik-morena1.jpgSemana passada, começamos a produção do VT para um novo cliente: a loja de moda feminina, SAIK.

Com o conceito de “moda casual”, o trabalho ilustrado foi bem legal de ser feito e as animações ficaram muito boas, já que foram desenvolvidas pelo nosso amigo — e fera em motion graphicsHilnando Mendes.

Esperamos trabalhar mais vezes com você, Nando!

Aproveitamos para agradecer também a indicação feita pela premiada profissional de mídia Maria José Silva (Zezé), que nos apresentou o cliente.

Valeu mesmo, Zezé!

Formatura de Lucas Souto

A tribo comemora a formatura do índio Lucas Souto!

Vamos celebrar juntos, essa vitória que - após alguns meses na Nova Zelândia e em Buenos Aires - finalmente se concretizou!

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Parabéns!

Fronteiras do Pensamento - parte II

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Na última sexta-feira fui ao Teatro Castro Alves em companhia do meu xará Lucas Souto, para a palestra de abertura do Fronteiras Braskem do Pensamento, que traz à Bahia um ciclo de conferências com alguns dos mais importantes artistas e pensadores contemporâneos.

Na ocasião, o filósofo francês Bernard-Henri Lévy (ou BHL, como é mais conhecido) falou sobre passagens marcantes em sua vida de filósofo e discorreu sobre momentos históricos da sua trajetória de pensador (ah! Entre outras coisas, BHL é multimilionário, dono de uma das 10 maiores fortunas da França, já teve inúmeras obras publicadas, foi correspondente de guerra e faz parte do governo Sarkozy).

Segundo ele, seus colegas, pensadores e europeus do século XXI, foram inevitavelmente influenciados por fatos de relevância história que até então eu desconhecia: o terror da presença nazista na Europa, quando, segundo ele, o conceito de ‘mal’ foi substituído pelo de ‘doença’ - procura-se uma cura através do ‘extermínio’ de um vírus; e a revolução do Cambodja, onde houve uma real mudança de valores populares, influenciando inclusive a base social que é a formação da linguagem.

Resumindo: a palestra foi bastante interessante, mesmo com os conhecidos lapsos de tempo e falsos cognatos, normais em uma tradução simultânea. Vale a pena conferir as próximas atrações no site do evento!

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Fronteiras do Pensamento - Bernard Henri Levy

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Ontem teve início o maior encontro aberto da intelectualidade baiana: Fronteiras Braskem do Pensamento.
Filósofos, ensaístas, cineastas, escritores, artistas, políticos e grandes pensadores da humanidade marcarão este grande evento promovido pelo Braskem visa disponibilizar ao público baiano acesso a estas personalidades.

Na noite passada acompanhamos o francês Bernard Henri Levy, conhecido como BHL, ou o sósia de “Diogo Mainardi”.
O seu discurso foi interessante na defesa do anti-totalitarismo em qualquer regime, seja no de extrema esquerda ou extrema direita. Pois todas as ditaduras sejam: castristas, leninistas, franquistas, e outras tantas acabam gerando enormes genocídios.

Como base de seu discurso ele fala de 4 marcos na historia que deveriam ser observados por qualquer pensador contemporâneo a ele(nascido nos fins da decada de 40), são eles: Auschwitz (campo de concentração que aniquilava os judeus em massa), as revoluções estudantis da decada de 60, a revolução cambojiana e a o pensamento por parte dos estadistas que transformavam o conceito de mal em doença, e como tal deveria ser tratada e aniquilada.

Ao fim BHL ainda teve tempo para responder a várias perguntas como: “Estaríamos vivendo uma época em que os valores de intolerância, e subserviência ao mercado dos EUA, eram os valores que regiam o mundo?”. O francês discordou da afirmação por acreditar que os EUA são uma nação com liberdade democrática e bem avançada nos direitos humanos.

Uma aula interessante para abrir as fronteiras do pensamento.