Arquivo Mensal: Janeiro de 2008

 

Uma passadinha pela terra da poluição

Nos últimos 20 dias (aproximadamente) estive passeando pela terra da poluição, também conhecida como São Paulo ou, para os mais íntimos, Sampa. Como um bom paulista abaianado (ou baiano apaulistado) — vim para Salvador com 5 anos —, estou sempre por lá para rever familiares e amigos; desta vez, aproveitei também para fazer três cursos (patrocinados pela Tuppi, obrigado, caras!) num dos únicos centros autorizados Adobe/Macromedia do Brasil, a AfterWeb.

01Durante 10 intensivos dias tive um total de 60 horas/aula de Adobe Illustrator (com o Sidney Ganho), Flash ActionScript #1 (com o Thiago Coelho) e Flash ActionScript #2 (com o Camilo da Silveira). Os cursos foram bem puxados e completos, realmente de alto nível.

Quando vou pra lá, sempre aproveito para ver pelo menos uma peça de teatro — coisa que faz muita falta em Salvador, seja pela própria cultura, ou até mesmo pela falta de divulgação; sei que devo perder muitos bons espetáculos aqui porque nem fico sabendo da existência, mas é assim que funcionam as coisas.

Desta vez, fui assistir “Nós na Fita“, com Leandro Hassum e Marcius Melhem, ambos comediantes da “Zorra Total”, da Globo. Não preciso nem dizer que, numa situação dessas, os caras — que já são hilários na telinha — se soltam ainda mais. Basta imaginar a liberdade que têm, numa peça deles, de fazerem o que der na veneta.

Foi ótimo. Como eu sei que todos vocês ficaram na vontade, vai aí um pedacinho:

Chupadas?

Dizemos: “idéia chupada” quando encontramos anúncios com conceitos criativos parecidos, linhas visuais similares ou quando vemos alguma campanha “descaradamente inspirada” em outras peças publicitárias.

Acho que todo mundo já está familiarizado com esse termo, na área de comunicação.

No início da semana, a F/Nazca S&S ameaçou “processar” a Africa junto ao Conar (Conselho de Auto-Regulamentação Publicitária) alegando plágio da empresa de Nizan.

E como se não bastasse, hoje, uma agência de Santa Catarina apresentou uma terceira campanha dizendo ser a original.

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F/Nazca para a Revista Piauí.

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Africa para a Folha de S.Paulo.

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Zuco Comunicação para Uniplac.

Os três filmes podem ser vistos aqui no site do Portal da Propaganda, onde vi a notícia agora há pouco.

Tirando o fato das três campanhas utilizarem uma linguagem (um pouco) semelhante, os conceitos criativos são totalmente diferentes e acredito que isso tudo não passe de mais um caso de auto-promoção. E vocês?

Propaganda por Ricardo Nabhan, presidente da FENAPRO

O presidente da FENAPRO (Federação Nacional das Agências de Propaganda), Ricardo Nabhan, deu uma esclaracedora entrevista a Revista About.

Entre outros assuntos ele frisa bastante a necessidade da Agência de Propaganda ser uma geradora de negócios, e que mais do que pecas publicitárias é importante impulsionar os resultados do cliente. Ricardo Nabhan também fala da importância de regionalizar as verbas publicitárias, e descentralizar este controle para melhor servir o mercado.

Seguem alguns trechos da entrevista:

“Uma boa agência funciona como uma empresa catalisadora de negócios, alavancando bem mais resultados do que apenas o impacto das peças publicitárias que cria e veicula. Agora, isso tem que acontecer na prática, porque se ficar só no papel, nas telas de apresentação ou na conversa, o cliente se dá conta rapidinho e parte para outra.”


“E eu acredito que essa regionalização das verbas, privadas e publicas, e uma questão de tempo. Nos estamos trabalhando firmes nesse sentido, promovendo encontros regionais…”

Da série: Pizzas que comeríamos de novo.

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A tribo na clássica Mama’s Pizza.

- “Mais uma fatia, por favor!”

O sonho americano não acabou!

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Pra quem achava que o sonho americano tinha acabado, a resposta está aqui no site do Terra Esportes.

Os novos Macs Mini da agência!

Para provocar o nosso amigo Rafael Fischmann que está em São Paulo e não pôde presenciar a chegada dos Macs Mini da Tuppi pelo correio, tiramos as fotos abaixo!

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Eles não conseguem largar o osso…

Ano passado a oposição seja por idealismo ou por birra (mais provável) conseguiu derrubar um imposto que rendia 40 bilhões ao governo, a CPMF. Não penso ser uma taxa tão ruim de ser paga quanto o IR, ISS (Imposto sobre Serviço de qualquer natureza), IPI, IPTU e seus respectivos valores que grande parte da população nem tem idéia de quanto paga.

De qualquer forma era um imposto a menos a pagar dos nossos mais de 146 dias de trabalho que dedicamos a pagar nosso ao jurássico, impotente e incompetente estado.

De qualquer forma seria uma alegria tributária aos bolsos de todos os brasileiros que tem conta em banco.

De qualquer forma seria doce saber que estamos sendo um pouco menos surrupiados.

De qualquer forma seria no mínimo recofortante saber que tiramos deles ao menos 5% do orçamento do Governo e teriamos esse dinheiro de volta.

Mas a alegria durou pouco.

Um pacote (que Lula diz detestar) visa recuperar boa parte dos recursos perdidos com o fim da CPMF. E no fim das contas acabaremos pagando da mesma forma e a gastança de dinheiro público continuará a mesma.

Resta esperar que a ADIN (Ação Direta de Inconstitucionalidade) proposta pela oposição seja aceita, e esse pacote sofra de vício de inconstitucionalidade.

Sem conversa fiada. Todos sabemos que essas novas aliquotas vêm para manter a receita anterior. Mas eles não conseguem largar o osso.

Boa referência

Pra começar o ano novo com uma super referência, indico o excelente trabalho do francês Christophe Huet.

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Ele é responsável pelo tratamento de grandes anúncios publicitários como os da Playstation, Motorola, etc…
Pra quem gosta de foto-montagens, o cara é top!